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CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

'Ganhamos tempo para nos reorganizar', diz Lula sobre decisão de Maranhão

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro.


OLHA A MANIFESTAÇÃO DO BODE BARBUDO !!!




'Ganhamos tempo para nos reorganizar', diz Lula sobre decisão de Maranhão


BRASÍLIA - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nesta segunda feira, 9, a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Casa.
"Ganhamos tempo para nos reorganizar", disse Lula, que chegará ainda nesta segunda a Brasília. "O que aconteceu é uma demonstração de que o processo presidido por Eduardo Cunha foi viciado", emendou ele, numa referência ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Em conversa com dirigentes do PT, porém, Lula mostrou dúvidas sobre o que acontece agora no Senado, uma vez que o processo contra Dilma está tramitando lá. A votação do impeachment no plenário do Senado está marcada para esta quarta-feira, 11, e, até o despacho de Maranhão, o governo já esperava a derrota. Com isso, Dilma teria de ser afastada do cargo por até 180 dias.
Lula elogiou o ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, que impetrou recurso na Câmara pedindo a anulação da sessão do dia 17 de abril, quando foi aprovado o impeachment de Dilma por 367 votos a 137. Cardozo apontou várias falhas no rito conduzido por Cunha, como a orientação de voto dada por líderes dos partidos. "Zé Eduardo está muito bem nessa defesa", disse o ex-presidente


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Aliados de Temer dizem que vice está tranquilo e que decisão ‘extrapolou poderes’




Agência O Globo

 
Para o entorno de Temer, a ação foi articulada pelo Palácio do Planalto. Mas, a avaliação é que a manobra não deve vingar.
– Isso que ele fez não pode. É ato de desespero do governo, mas eles não terão êxito – disse um interlocutor do vice-presidente.
Além da decisão de Renan, que pode encerrar a questão, partidos da oposição já estão se mobilizando para derrubar a decisão de Waldir Maranhão. O Solidariedade entrou no Supremo Tribunal Federal com pedido de anulação da decisão. Há ainda a expectativa de expulsão de Maranhão do PP, o que possibilitaria o seu partido a pedir à Câmara uma nova indicação para a vaga que ele hoje ocupa.
O deputado Arthur Maia (PPS-BA) que estava reunido com o vice-presidente Michel Temer, deixou a residência oficial, o Palácio do Jaburu, chamando de absurda a decisão do presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão. Perguntado sobre a reação de Temer, o parlamentar disse que não se trata uma questão do vice, mas dos deputados, porque votaram de acordo com todas as regras o processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff e que isso não poderia ter sido feito por Maranhão.

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Renan ignora decisão de Maranhão e prosseguir com impeachment de Dilma


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)© Fornecido por Estadão O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ignorou a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PMDB-MA), de anular a votação dos deputados que, no dia 17 de abril, admitiram a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Em encontro na residência oficial do Senado nesta segunda-feira, 9, o peemedebista sinalizou a pessoas próximas que não vai levar em conta a manifestação do presidente interino da Câmara que ordenou uma nova votação pelos deputados.
Aliados que estiveram com Renan dizem que ele foi pego de surpresa pela decisão de Maranhão. Mas o presidente do Senado deverá anunciar ainda nesta segunda em plenário que não há mais como atender o recurso da Advocacia-Geral da União para voltar o caso para a Câmara porque o pedido já foi aprovada por aquela Casa por decisão colegiada.
Dessa forma, o presidente do Senado pretende manter a votação prevista para quarta-feira, 11, da instauração do processo contra Dilma com o consequente afastamento da petista. A partir das 16 horas, Renan deve ler a sua decisão rechaçando Maranhão e confirmando a votação em desfavor da presidente para daqui a dois dias.



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