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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Temor de novo rompimento de dique deixa moradores em alerta no bairro Sarandi, em Porto Alegre

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...



Preocupação na vizinhança02/09/2013 | 11h40

Temor de novo rompimento de dique deixa moradores em alerta no bairro Sarandi, em Porto Alegre

Apesar do sentimento de insegurança, região da zona norte da Capital tenta voltar à rotina nesta segunda-feira após alagamento

Temor de novo rompimento de dique deixa moradores em alerta no bairro Sarandi, em Porto Alegre Fernando Gomes/Agencia RBS
Alberti passou a manhã fazendo a limpeza do mercado e demonstra-se inseguro com diqueFoto: Fernando Gomes / Agencia RBS
O porto-alegrense José Alberti, proprietário de um mercado na Avenida Souza Melo, no bairro Sarandi, vive há 30 anos na zona norte da Capital e jamais havia presenciado umalagamento parecido ao do último sábado na região. O dique que represa a água do Rio Gravataí foi rompido e 700 casas ficaram debaixo d'água nas vilas Asa Branca e Elisabeth.

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Na manhã desta segunda-feira, já sem água nas ruas, moradores tentam retomar a rotina no bairro. Alguns móveis que foram descartados puderam ser vistos nas esquinas e a vizinhança se mobilizava para remover a sujeira das casas. O temor é que uma nova enxurrada volte a romper o represamento.
— Pelo que a gente vê é que o dique não dá segurança. Não sabemos se quando chover forte novamente não vai estourar de novo — relata Alberti.
O comerciário reclama ainda do desencontro de informações sobre a quantidade de água e a extensão que a enchente poderia ter. Ele mobilizou funcionários para erguer prateleiras e eletrodomésticos do mercado e evitar prejuízos, mas o local foi pouco afetado.



— Ontem teve boatos de que o dique teria rompido de novo. Aí foi uma gritaria, muita gente chorando. Às vezes não sabemos direito da dimensão do problema — conta.
A casa de Alberti também foi invadida pelo alagamento, mas "nada tão grave", conforme ele. O comerciante atuou mais na ajuda aos vizinhos. Auxiliou um funcionário que tinha água na altura do peito na residência, improvisou uma vala para escoar a enchente, acalmou os mais nervosos e enfrentou a exaustão enquanto removia móveis e equipamentos a partes mais altas.
— Em casa conseguimos tirar alguma coisa, outras pessoas perderam tudo. Mas com um ajudando o outro, conseguimos passar por isso — sinaliza.
VÍDEO: alagamento atinge centenas de casas

Em mapa, confira a localização do dique: 
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