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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Dilma e Obama podem conversar sobre espionagem, diz assessor Encontro pode ocorrer às margens do G20, na Rússia.

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...





05/09/2013 12h08 - Atualizado em 05/09/2013 12h28

Dilma e Obama podem conversar sobre 


espionagem, diz assessor

Encontro pode ocorrer às margens do G20, na Rússia.
EUA vão tratar do tema com Brasil também por outros canais, segundo ele.

Do G1, em São Paulo
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O vice-assessor de segurança para comunicações estratégicas da Casa Branca, Ben Rhodes, disse nesta quinta-feira (5) que o governo americano vai "trabalhar" com o governo brasileiro para ter um "melhor entendimento" do que faz e não faz, em relação às denúncias de que a presidente Dilma Rousseff foi espionada pelo governo americano.
Ele afirmou acreditar que o presidente Barack Obama vai encontrar Dilma às margens do encontro do G20, em São Petersburgo, na Rússia, para discutir essas questões.
Rhodes afirmou que a Casa Branca vai continuar lidando com este problema através de outros "canais diplomáticos e de inteligência".
Cronologia Snowden (Foto: Arte/G1)
Rhodes afirmou que a Casa Branca considera a relação entre EUA e Brasilx muito importante, não apenas para as Américas, mas também mundialmente.
"Então, esperamos dar passos para lidar com essas questões em uma base bilateral", disse a jornalistas.
Questionado sobre o pedido de desculpas feito pelo Itamaraty, Rhodes afirmou que o foco é certificar que o Brasil "entenda exatamente" a natureza dos esforços americanos de inteligência.
O caso da espionagem a Dilma
Reportagens do jornal "O Globo" publicadas a partir de 6 de julho, com dados coletados por Snowden, mostraram que milhões de e-mails e ligações de brasileiros e estrangeiros em trânsito no país foram monitorados.
Ainda segundo os documentos, uma estação de espionagem da NSA, principal agência de inteligência dos EUA, funcionou em Brasília pelo menos até 2002.
Os dados apontam ainda que a embaixada do Brasil em Washington e a representação na ONU, em Nova York, também podem ter sido monitoradas.
Outros países da América Latina também são monitorados, segundo os dados.
De acordo com o jornal, situações similares ocorrem no México, Venezuela, Argentina, Colômbia e Equador.
O interesse dos EUA não seria apenas em assuntos militares, mas também em relação a questões de petróleo e da produção de energia.
A revista "Época" também publicou reportagem sobre documento secreto que revela como os Estados Unidos espionaram ao menos oito países – entre eles o Brasil – para aprovar sanções contra o Irã.
No dia 1º de setembro, o "Fantástico" exibiu reportagem ,com base em documentos obtidos com exclusividade.
Os arquivos classificados como ultrassecretos, que fazem parte de uma apresentação interna da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, mostram a presidente Dilma Roussef, e o que seriam seus principais assessores, como alvo direto de espionagem da NSA.
Um código indica isso.
Presidenta Dilma Rousseff posa para foto oficial dos Chefes de Estado do BRICS em São Petersburgo, na Rússia. Da esquerda para a direita, ao lado dela: Manmohan Singh (Índia), Vladimir Putin (Rússia), Xi Jinping (China), e Jacob Zuma (África do Sul). (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Dilma Rousseff posa para foto oficial dos Chefes de Estado do Brics em São Petersburgo, na Rússia. Da esquerda para a direita, ao lado dela: Manmohan Singh (Índia), Vladimir Putin (Rússia), Xi Jinping (China), e Jacob Zuma (África do Sul). (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

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