Postagem em destaque

CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rej...

sábado, 7 de setembro de 2013

Alemanha endossa 'reação firme' à crise síria O país havia sido o único da União Europeia presente na reunião do G20 que ainda não havia assinado documento, ratificado por outros onze países

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...



Alemanha endossa 'reação firme' à crise síria

O país havia sido o único da União Europeia presente na reunião do G20 que ainda não havia assinado documento, ratificado por outros onze países

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama abraça a chanceler alemã, Angela Merkel fora da Chancelaria em Berlim. Obama vai revelar planos para uma redução acentuada ogivas nucleares em um discurso histórico no Portão de Brandemburgo
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama abraça a chanceler alemã, Angela Merkel (Thomas Peter/Reuters )
A Alemanha anunciou neste sábado seu apoio à declaração assinada no marco do G20 por 11 países em favor de uma "forte resposta internacional" após o uso de armas químicas na Síria, após ter avaliado as posturas dos demais membros da União Europeia.
O ministro das relações exteriores alemão, Guido Westerwelle, afirmou que o país não havia apoiado o documento antes porque queria discutir o assunto em escala europeia com os países não representados na cúpula do G20 em São Petersburgo. "Esta é uma tradição da Alemanha. Sempre acreditamos que a Alemanha deve ser o advogado dos países menores na União Europeia, que não têm oportunidade de participar do G20", explicou.
Na sexta-feira, ao fim da reunião de cúpula do G20, realizada em São Petersburgo, na Rússia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que uma resposta contra o regime do ditador sírio Bashar Assad é necessária e não deve partir da organização -- deixando claro que ela terá de ser tomada unilateralmente. A Casa Branca, então, divulgou um comunicado que mostra que onze países presentes na reunião pediram uma "resposta internacional firme" à crise síria.
O texto, assinado por Austrália, Canadá, França, Itália, Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Espanha, Turquia, Reino Unido e EUA, assinala que as evidências do ataque químico de 21 de agosto, que aconteceu na periferia de Damasco e deixou mais de 1 400 mortos, segundo os EUA, apontam para responsabilidade do regime do ditador e defende os esforços realizados por Washington para "garantir a proibição do uso de armas químicas". A Alemanha tinha sido o único dos países da União Europeia presentes em São Petersburgo a se abster de respaldar a mensagem. O Brasil também não assinou.
EUA - Para o presidente americano, o uso de armas químicas pelo regime sírio abre caminho para uma ação internacional. “Pessoas foram mortas com gás. Isso não é uma coisa que inventamos. Algo que estamos usando como desculpa para uma intervenção. Eu fui eleito para acabar com guerras, não para começá-las. (...) Mas há momentos em que temos que fazer escolhas difíceis para defendermos aquilo que acreditamos. E esse é um desses momentos”, disse Barack Obama, que falou sobre o caso de Ruanda, em 1994, em que quase 1 milhão de pessoas foram massacradas em meio à total falta de ação das potências.
"É unânime que armas químicas foram usadas na Síria e é unânime que elas não devem ser usadas. A maioria do mundo está confortável com a nossa conclusão de que o governo de Assad foi responsável pelo uso (de armas químicas)”, disse Obama, que também anunciou que na próxima terça-feira vai falar diretamente ao povo americano sobre a crise síria e a possível intervenção no país. 
(Com agência EFE)

POSTAGENS DE SERGIO VIANNA