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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

No dia do incêndio, Kiss parecia um "labirinto com as barras de ferro", diz integrante da Gurizada Fandangueira

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...




Tragédia em Santa Maria01/08/2013 | 09h39Atualizada em 01/08/2013 | 15h05

No dia do incêndio, Kiss parecia um "labirinto com as barras de ferro", diz integrante da Gurizada Fandangueira

Dois músicos que tocaram na noite da tragédia são ouvidos como vítimas do processo criminal, em Rosário do Sul

No dia do incêndio, Kiss parecia um "labirinto com as barras de ferro", diz integrante da Gurizada Fandangueira Lizie Antonello/Agência RBS
Músicos da banda são ouvidos em Rosário do SulFoto: Lizie Antonello / Agência RBS
Dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira foram ouvidos pela juíza Juliana Tronco Cardoso, da 1ª Vara Judicial da Justiça de Rosário do Sul, na manhã desta quinta-feira.
Os dois tocavam na boate Kiss na noite da tragédia. Um dos músicos, que reside emRosário do Sul, contou à juíza que no dia da tragédia chegou na boate e, no caminho até o palco, pensou: "Isto aqui é um labirinto com essas barras de ferro".
Ele disse também que o uso de fogos nas casas noturnas era definido em contrato, quando a banda acertava o show com a casa noturna. O músico também reiterou que a banda já tinha usado fogo dentro da Kiss e em outros locais, além de que o uso de fogos de mão dependia do repertório que a banda iria executar.
O outro integrante a ser ouvido reforçou a informação de que a banda usava fogos nos shows, inclusive na Kiss. Os artefatos seriam montados e acionados por Luciano Bonilha Leão, produtor da banda. Além disso, o músico comentou que aquela noite era a mais cheia na boate que ele já tinha visto:
— Levamos de 10 a 15 minutos para chegarmos até o palco. Caminhávamos nos espremendo nas pessoas (antes de iniciar o show).
O músico lembrou que na saída, após o incêndio começar, ajudou o colega de banda a desatar a gaita das costas, mas, na correria, não viu o mais.
— Quando eu tentei sair estava muito apertado, pois a porta maior não estava aberta ainda. Saí por uma porta lateral (a da ala VIP).
DIÁRIO DE SANTA MARIA

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