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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

QUEM VÊ ESTAS FOTOS DOS MORTOS NÃO ESQUECE JAMAIS!!! Avaliação preliminar de que forças sírias usaram armas químicas

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...




Avaliação preliminar de EUA e aliados indica que forças sírias usaram armas químicas

sexta-feira, 23 de agosto de 2013 17:33 BRT
Por Mark Hosenball e Matt Spetalnick

WASHINGTON, 23 Ago (Reuters) - Agências de inteligência dos Estados Unidos e de países aliados fizeram a avaliação preliminar de que as forças sírias usaram armas químicas em um ataque próximo a Damasco nesta semana, provavelmente com aprovação do alto escalão do governo de Bashar al-Assad, segundo fontes de segurança norte-americanas e europeias.
As conclusões iniciais devem intensificar a pressão sobre o presidente norte-americano, Barack Obama, por uma ação mais incisiva por parte dos Estados Unidos, embora ele já tenha sinalizado que pretende manter uma posição cautelosa.
Sob anonimato, fontes ouvidas pela Reuters ressaltaram que a avaliação é preliminar e que, a nesta etapa, a busca por provas conclusivas ainda pode levar dias, semanas ou mais.
Em suas primeiras declarações sobre o caso, Obama disse à emissora CNN que o suposto ataque da madrugada de quarta-feira nos subúrbios de Damasco foi "claramente um fato grande, de grave preocupação", mas salientou a importância de respeitar o direito internacional na resposta ao incidente, e alertou para os custos humanos e financeiros de um eventual envolvimento norte-americano em disputas externas.
Membros do Conselho de Segurança Nacional, do Pentágono, do Departamento de Estado e das agências de inteligência se reuniram na noite de quinta-feira na Casa Branca, mas não prepararam nenhuma recomendação ao presidente, segundo funcionários. Outras discussões estão programadas.
Uma fonte oficial admitiu que os participantes expressaram "pontos de vista diferentes", mas negou que haja uma grave divisão no governo dos Estados Unidos sobre a Síria, tema que já provocou divergências internas anteriormente.
"Não é que as pessoas estejam gritando umas com as outras", disse a fonte.
Potências internacionais, inclusive a Rússia, pedem que o governo sírio coopere com uma investigação da ONU sobre o incidente. Inspetores internacionais já estavam em Damasco desde domingo para apurar suspeitas anteriores de uso de armas químicas, em incidentes considerados menos graves do que o desta semana.

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COMENTÁRIOS SERGIO VIANNA:  Será que alguém, ainda tem dúvidas, de que este governo, tem culpa nas centenas de milhares de mortos, expostos, como publiquei 55 fotos a dois dias atrás, pois bem, este genocídio tem apoio da China e demais dois ou três Países, e por final os EUA, em cima do muro, eu me pergunto, como pode isso, quem acompanhou a Guerra do Iraque, sabe que os caras lá, não tinham material bérico, capaz de lutar com quem quer que seja, menos ainda com os EUA, mas foi efetivado a guerra com todos os escanda-los do mundo, dizem que as mortes passam de 100.000 pessoas, sabemos que quando falam isso, certamente é muito mais, mas digamos que fosse muito menos, quanto vale uma vida para este governo, nada, muito trololó, muito oba, oba desta ONU, que nada faz e as pessoas continuam morrendo, melhor sendo massacradas, olhem neste BLOG em postagem anterior as fotos, aliás vou postar as fotos de novo aqui, confesso que fiquei a noite do dia que postei, me virando na cama e vendo aquelas fotos de crianças, mortas, minha secretária no escritório, viu a publicação e saiu chorando, eu pergunto, se muda só o endereço, nome de País, mas os Governos não amparam seu povo, aqueles que tem a obrigação de salvaguardar a Constituição, os direitos de seu povo em primeiro lugar, e ao contrário, matam seu povo, crianças, mulheres, pessoas indefesas, covardemente, ví ao vivo o enforcamento do Saddam, mas lhes digo, este governo da Síria, toda sua cúpula e todos os militares, não poderiam ser enforcados não, essa gente teria que ficar em uma jaula com apenas pão e banana de três em três dias uma refeição, pra que, para se embuchar e se engasgar com seu próprio veneno, com sua própria maldade, cada vez acredito menos na palavra SISTEMA, palavra bandida, em tudo que envolve esta palavra desculpe  mas dá merda, pior que isso é a gente ficar de costa para os fatos, a princípio fica mais fácil levar a vida, não branqueia cabelo, menos rugas, menos chance de enfartar, mas eu lhes pergunto, e os nossos filhos, nossos netos, bisnetos, vão viver como, se hoje a coisa é assim!!!!! fica aqui as pergunta!!!!

COMO  ALGUEM CONSEGUE DORMIR COM ESTAS IMAGENS!!!


França e Grã-Bretanha pediram acesso à região para investigadores da ONU

Grupos de oposição ao governo Sírio afirmam que as forças do ditador Bashar Assadperpetraram nesta quarta-feira ataques com armas químicas em regiões da periferia de Damasco. Segundo o grupo opositor Coalizão Nacional Síria, citado pela rede britânica BBC, mais de 1 000 pessoas morreram. Por causa das restrições impostas pelo governo ao trabalho de jornalistas na guerra civil no país, a informação não pôde ser confirmada por fontes independentes. Outros grupos opositores, como o Observatório Sírio de Direitos Humanos, os Comitês de Coordenação Local e a Comissão Geral da Revolução Síria afirmam que há centenas de mortos, incluindo mulheres e crianças. Os governos da França e da Grã-Bretanha exigiram que Assad libere aos inspetores da ONU que estão na Síria acesso aos locais que foram alvo dos ataques. O ditador nega as acusações.
O número exato de mortos segue incerto: George Sabra, líder interino da Coalizão Nacional Síria, afirma que 1 300 pessoas morreram em um bombardeio com gás venenoso nos subúrbios da capital. Já o Escritório de Mídia de Damasco contabiliza 494 corpos. Mais cedo, a Comissão Geral da Revolução Síria relatou à rede Al Arabiya que a operação, realizada nas regiões de Al Guta e Muadamiya al Sham, havia deixado ao menos 650 mortos.

Entenda o caso


  1. • Durante a onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, sírios saíram às ruas em 15 de março de 2011 para protestar contra o governo do ditador Bashar Assad.
  2. • Desde então, os rebeldes enfrentam forte repressão pelas forças de segurança. O conflito já deixou dezenas de milhares de mortos no país, de acordo com levantamentos feitos pela ONU.
  3. • Em junho de 2012, o chefe das forças de paz das Nações Unidas, Herve Ladsous, afirmou pela primeira vez que o conflito na Síria já configurava uma guerra civil.
  4. • Dois meses depois, Kofi Annan, mediador internacional para a Síria, renunciou à missão por não ter obtido sucesso no cargo. Ele foi sucedido por Lakhdar Brahimi, que também não tem conseguido avanços.
As fotos e vídeos divulgados por ativistas e organizações ligadas a rebeldes mostram corpos amontados sem sinal aparente de sangue ou ferimentos, indícios do uso de gás tóxico no ataque. Países como Grã-Bretanha, França, Estados Unidos e Israel têm afirmado repetidamente que há provas de que o gás sarin já foi utilizado no conflito sírio. A substância tóxica, que atua sobre o sistema nervoso, foi desenvolvida por cientistas alemães como parte dos preparativos do ditador Adolf Hitler para a II Guerra Mundial. Utilizado no ataque que matou treze pessoas no metrô de Tóquio em 1995, o sarin provoca convulsões, insuficiência respiratória e, dependendo do tempo da exposição da vítima ao gás, pode levar à morte. A aparência acinzentada dos corpos de vítimas desse tipo de ataque é semelhante à apresentada pelos mortos da ofensiva síria. 
Por outro lado, a CBRNe World, uma publicação que fala sobre armas não convencionais, disse ao jornal The Telegraphque é difícil determinar um agente químico específico a partir dos sintomas que aparecem nas imagens, mas que pode ser uma arma química ou um agente usado pela polícia para controlar tumultos. “A falta de munição convencional sugere que foi usada uma munição não convencional ou um RCA (agente de controle de desordem, na sigla em inglês) em um espaço confinado, mas quem a disparou e o que é exatamente ainda precisa ser provado”, disse Gwyn Winfield, diretor da publicação.
Se a causa e o número de mortes forem oficialmente confirmados, será o pior ataque com armas químicas do mundo desde 1988, no massacre de milhares de curdos na cidade de Halabja, no Iraque, sob as ordens de Saddam Hussein. A Coalizão Nacional Síria divulgou um comunicado pedindo uma reunião emergencial do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a União Europeia urgiu uma investigação imediata sobre o ataque.
O ministro sírio de Informação, Omran al-Zoubi, negou na televisão estatal todas as informações e disse que elas fazem parte de uma campanha para deslegitimar o grupo de investigadores da ONU no país, que estão em Damasco para investigar denúncias de ataques de armas químicas realizados em março. “Tudo que foi dito é ridículo, ingênuo, ilógico, subjetivo e não científico”, disse al-Zoubi. Governo e oposição se acusam mutuamente de utilizar armas químicas na guerra civil que já deixou mais de 100 000 mortos desde 2011.
Fontes da oposição síria afirmaram ao jornal The Guardian que foguetes com gás sarin atingiram a região de Al Guta nesta quarta, no leste da capital Damasco, onde há forte presença de rebeldes. Bayan Baker, uma enfermeira de um hospital da periferia de Damasco, confirmou à agência Reuters 213 mortos. “Muitos dos mortos são mulheres e crianças. Eles chegaram com as pupilas dilatadas, membros do corpo frios e espuma na boca, sintomas típicos de vítimas de gás venenoso”, disse ela à agência. Ativistas divulgaram fotos de dezesseis crianças no chão de um hospital.
O presidente da França, François Hollande, disse nesta quarta em uma reunião de gabinete que as últimas denúncias “requerem verificação e confirmação” e que ele pretende pressionar as Nações Unidas para esclarecer o ocorrido, segundo o porta-voz do governo, Najat Vallaud-Belkacem.
Já o ministro de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, expressou preocupação com a denúncia e disse que, se confirmada, marcaria uma “escalada chocante” do uso desse tipo de armas. “Eu peço para o governo sírio que permita acesso imediato à área para a equipe da ONU que está investigando alegações anteriores do uso de armas químicas. A Grã-Bretanha levará essa questão no Conselho de Segurança das Nações Unidas”, disse Hague.
Uma equipe de inspetores da ONU já está em Damasco para investigar as denúncias de uso de armas químicas em março. O chefe da equipe, Ake Sellstrom, disse que é preciso que um país membro da ONU faça um pedido formal de investigação através da organização e que o governo sírio esteja de acordo.

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