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quarta-feira, 3 de julho de 2013

REFERENDO X PLEBISCITO, QUAL NOS INTERESSA, QUAL INTERESSA AOS POLÍTICOS!!!

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...


Minha amiga Gilmara Sousa, me fez uma indagação sobre: REFERENDO X PLEBISCITO, e atendendo a ela, verifiquei que os parlamentares nada esclarecem sobre o assunto, muito menos Jornais, TVS, Rádios, só falam da impossibilidade, lá vai a explicação: No Referendo o Congresso Nacional escolhe os temas e fazem as mudanças, após sua aprovação, o que foi aprovado é encaminhado para os eleitores confirmarem o que eles aprovaram; ou seja: O povo não opina nem participa de nada. No Plebiscito é submetido um questionário aos eleitores, que vão dizer para o Congresso o que eles querem que seja modificado e onde, ou seja: O povo determina uma pauta que o Congresso Nacional é obrigado a seguir. Você viu as declarações do Aécio Neves e lideres do PSDB, dos lideres do PMDB, do DEM, PSB, entre outros que são contra, embora sejam favoráveis a consulta ao povo... A reforma que eles querem é aquela que atenda os interesses deles, FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS COM DINHEIRO PÚBLICO - o que já é feito com o horário político e com as verbas repassadas aos Partidos, ou seja: já financiamos eles. O que eles querem somente é possível com o REFERENDO... NADA DE POVO - SOMENTE ELES..

QUEREMOS PLEBISCITO!!!
Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (3), o relator da reforma política, deputado Henrique Fontana (PT-RS), informou que a comissão destinada a analisar o plebiscito proposto pela presidente Dilma será instalada na próxima terça-feira (9), e deverá apresentar seus resultados em até 90 dias. A comissão será formada por oito deputados: cinco indicados pelos cinco maiores partidos da Casa, e outros três indicados por partidos menores. Fontana será o representante do PT.
Além de sugerir perguntas para o plebiscito, a comissão também deverá listar os projetos relativos à reforma política que poderiam ser votados com rapidez.
— Não há a exclusão de um cenário sobre o outro, pois existem correntes no Parlamento a favor de um plebiscito e a favor de um referendo do que for votado.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou que durante a reunião com os líderes partidários ocorrida ontem a maioria mostrou-se favorável ao plebiscito, com margem apertada.
Para Fontana, as perguntas objetivas no plebiscito devem se referir aos pontos mais polêmicos da reforma, como financiamento público de campanha, fim das coligações e coincidência das eleições.
— Esses devem ser os assuntos com perguntas de respostas objetivas, de resposta sim e não, para orientar o Parlamento nas suas votações pós-plebiscito.
Outras propostas menos polêmicas podem ser votadas sem a necessidade de plebiscito, defende.
Processo longo
O processo para o plebiscito se refletir nas eleições é longo. Por isso, a decisão das ruas só deverá valer para as eleições de 2016. Após a comissão terminar sua sugestão, elaborará um projeto de decreto legislativo para autorizar o plebiscito. Esse projeto tem de ser aprovado pelo Congresso. A partir da aprovação, há o prazo de até 70 dias para a realização do plebiscito.
Depois de a população ser consultada, o Congresso precisa elaborar e votar projetos de lei ou PECs que representem o resultado da consulta.
Prioridade na pauta política
Na opinião de Fontana, o mais importante desse processo é que a reforma política tenha retomado o status de prioridade.
— Há oito semanas ela estava totalmente paralisada, havia sido descartada. [...] Melhorar o sistema político é uma resposta a várias das reivindicações que estão sendo levantadas nas manifestações populares.
Ele afirma que a iniciativa da presidente Dilma de fazer um plebiscito sobre a reforma política é bastante razoável, pois o assunto vem sendo discutido pelo Parlamento há 18 anos, sem consenso.


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