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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Protesto de caminhoneiros bloqueia trânsito na Ponte do Guaíba, RS Manifestantes protestam contra a proibição da extração de areia.

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...



08/07/2013 11h41 - Atualizado em 08/07/2013 11h51

Protesto de caminhoneiros bloqueia 



trânsito na Ponte do Guaíba, RS

Manifestantes protestam contra a proibição da extração de areia.
Trânsito na área Central de Porto Alegre está normalizado, diz EPTC.

Do G1 RS

O protesto dos caminhoneiros contra a proibição da extração de areia no Rio Grande do Sul, que começou por volta das 8h desta segunda-feira (8) e provocou congestionamentos na área Central de Porto Alegre, bloqueia o fluxo de veículos na Ponte do Guaíba, na saída da capital. Pouco depois das 11h, a carreata com cerca de 100 caminhões chegou ao local.
Os motoristas deixaram os caminhões na parte de baixo da ponte e subiram com cartazes e faixas. O trânsito foi bloqueado nos dois sentidos na Ponte do Guaíba.
A carreata passou pela Avenida Castelo Branco, Mauá, João Goulart, Loureiro da Silva, Luis Englert, Paulo Gama, Túnel da Conceição e retornou para a Castelo Branco, até chegar na Ponte do Guaíba. Fiscais de trânsito da EPTC da área central acompanharam o percurso e orientaram os motoristas em relação aos desvios que foram feitos no trânsito.
Entenda o caso:
No dia 15 de maio, três empresas foram proibidas pela Justiça Federal de extrair areia do Rio Jacuí. No despacho, a juíza Vânia de Almeida argumentou que a retirada de areia do rio provocou "vultuosos danos ao meio ambiente", assim como prejuízos de "difícil recuperação". A ação civil pública resultou na decisão que foi ajuizada pela Associação de Pesquisas e Técnicas Ambientais.
Durante quatro meses, a equipe da RBS TV flagrou diversos barcos atuando na retirada de areia de forma clandestina do Rio Jacuí, no Rio Grande do Sul. As dragas puxavam a areia do rio por meio de um cano de sucção. Quando o cano não encontrava mais areia no fundo, a opção de muitos mineradores era de se aproximar das margens. Essa extração próxima da costa é ilegal porque tira a sustentação do solo e tudo o que está sobre a margem sucumbe. O fenômeno é conhecido como solapamento e causa um dano ambiental irreparável.
Durante a produção das reportagens, veiculadas em janeiro deste ano, muitas dragas foram flagradas trabalhando próximas das margens e outras em áreas de preservação. Todas as irregularidade no Jacuí foram mapeadas. As imagens captadas também foram registradas por uma câmera fotográfica que marca a posição via satélite. Com a mesma câmera, foram registrados os pontos de degradação às margens do rio.
De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), apenas quatro autuações de extração ilegal de areia foram registradas nos últimos três anos. Em 2012, dez embarcações em áreas irregulares foram apreendidas pela Polícia Federal. O desaparecimento de praias, de pontais e bancos de areia é investigado pela PF. Em 2007, o levantamento mostrava o sumiço de 33 praias, hoje seriam aproximadamente 100.
Fepam contabiliza R$ 850 mil em multas por extração de areia no RS
Pelo menos R$ 850,4 mil em multas foram aplicadas pela Divisão de Mineração da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) desde o dia 15 de maio até esta quinta-feira (4). O levantamento foi divulgado pela entidade que afirma que a quantia é resultante de ações de fiscalização realizadas em todo o Rio Grande do Sul. Neste valor, estão incluídos autos de infração para 20 dragas, 11 áreas de extração de areia e três terminais de minério.
As irregularidades foram cometidas em diferentes locais e vão desde operar sem licença ambiental até o descumprimento de condicionantes da licença de operação. Foram constatadas ações ilegais nos rios Jacuí, Camaquã, Sinos, Arroio Pelotas e nos municípios de Pedro Osório, na Região Sul, e Viamão, na Região Metropolitana. Além do pagamento de multas, alguns infratores terão que apresentar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), sob pena de ter o valor da multa dobrado.

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