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domingo, 28 de julho de 2013

Notícias Carandiru: mais 26 policiais militares vão a júri na segunda-feira

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Carandiru: mais 26 policiais militares vão a júri na segunda-feira

Segundo a advogada de defesa, Ieda Ribeiro de Souza, a tropa da Rota nesse pavimento era formada por 31 PM

26.07.2013 | Atualizado em 26.07.2013 - 22:51
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Estadão Conteúdo
A segunda etapa do júri do Carandiru começará na segunda-feira, 29, com 26 policiais militares acusados por 78 mortes ocorridas no 2.º pavimento da Casa de Detenção - 70% das 111 mortes do chamado Massacre do Carandiru, em 1992. Mas o único acusado individualmente pelo Ministério Público por 5 das 78 mortes nessa ala ainda não irá ao banco dos réus - o coronel reformado Luiz Nakaharada, que integrava o 3° Batalhão de Choque, aguardará a última etapa do julgamento.
Nakaharada, na época, era o oficial de maior patente, logo após o coronel Ubiratan Guimarães, comandante de toda operação no complexo. O coronel liderou a invasão ao 2.º andar do Pavilhão 9 do Carandiru. Dois oficiais abaixo na linha de comando serão julgados nesta segunda: o capitão Valter Alves Mendonça e o tenente-coronel Salvador Madia, que em novembro de 2011, assumiu o comando da Rota, mas foi transferido para 4.º Batalhão de Choque, em setembro de 2012.
Segundo a advogada de defesa, Ieda Ribeiro de Souza, a tropa da Rota nesse pavimento era formada por 31 PMs - três deles morreram e um teve processo suspenso pela Justiça, por causa de um incidente de insanidade mental instaurado. O ex-soldado da Rota Cirineu Carlos Letang Silva ficou conhecido como o “matador de travesti”. O júri foi dividido em 5 fases, conforme o pavimento. Um ocorrido em abril, o que começa segunda e mais três etapas: o 3.º e 4. º andares e, por fim, Nakaharada. Ainda deve haver um bloco sobre crimes de lesão corporal grave, mas a defesa crê que os delitos prescreveram.
Para a promotoria, pesam sobre os acusados do 2.º andar do Carandiru as provas mais robustas de que houve execução sem possibilidade de defesa - como corpos com mais de oito tiros e marcas de projéteis nas vítimas e nas paredes das celas que mostram rajadas de até 300 disparos. Mesmo assim, o resultado dependerá da consciência dos jurados, que pode não ser a mesma dos que condenaram outros 23 PMs em abril.
Desaparecimento
O juiz José Augusto Nardy Marzagão ordenou em abril a abertura de um inquérito para apurar por que não foram localizados os projéteis extraídos dos corpos, após a invasão. Ieda diz que o exame de balística é essencial para determinar a separação de cada conduta para a condenação. Na ação, o Instituto de Criminalista (IC) afirma que todo o material foi levado pelo 9.º Distrito Policial. Já a unidade diz que nunca recebeu laudo do IC sobre os projéteis. E o Departamento Técnico de Inquéritos Policiais concluiu que essas provas não foram depositadas. “Nós não sabemos se esses projéteis sumiram agora ou há 20 anos atrás”, diz Ieda. A confrontação balística foi pedida pelo MP e pela advogada. A Secretaria de Segurança Pública diz que o caso será apurado.

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