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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Justiça prorroga prisão de policiais suspeitos de série de crimes no Vale do Aço

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...

Justiça prorroga prisão de policiais suspeitos de série de crimes no Vale do Aço

Familiares e amigos do jornalista Rodrigo Neto, assassinado em 8 de março em Ipatinga, vão fazer uma manifestação para cobrar agilidade das autoridades

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Entre os crimes investigados estão as mortes do Fotógrafo Walgney Carvalho (Esq.) e do jornalista Rodrigo Neto (Dir.)
Entre os crimes investigados estão as mortes do Fotógrafo Walgney Carvalho (Esq.) e do jornalista Rodrigo Neto (Dir.)

Foi prorrogada pela Justiça a prisão temporária de cinco policiais suspeitos de envolvimento na série de assassinatos em Ipatinga e outros municípios do Vale do Aço. Entre os crimes está a morte do jornalista Rodrigo Neto, de 38 anos, executado há 100 dias por denunciar a atuação de um grupo de extermínio na região. Manifestantes prometem um protesto na noite desta terça-feira para manifestar contra a demora das elucidações dos homicídios.

O pedido da prorrogação das prisões foi feito pelo chefe do Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Wagner Pinto, que assumiu as investigações.

As primeiras prisões aconteceram em abril deste ano, depois que a delegacia de homicídios de Belo Horizonte assumiu os casos e montou uma força-tarefa. Entre os presos por suspeita dos assassinatos estão o médico-legista José Rafael Americano, que já deixou a Casa de Custódia da Polícia Civil depois de ganhar um alvará de soltura, os investigadores José Cassiano Ferreira Guarda, Leonardo Correa, Ronaldo de Oliveira Andrade e Gini Cassiano, além do soldado Vitor Emanuel Miranda de Andrade.

Outras três pessoas chegaram a ser presas em maio deste ano durante uma operação na região para cumprir 12 mandados de busca e apreensão relacionados às investigações. A ação terminou com três homens presos por porte ilegal de armas. A corporação não confirmou se o trio tem relação direta com as execuções.

As hipóteses sobre a participação de policiais civis e militares na série de assassinatos começaram a ser levantadas quando o jornalista Rodrigo Neto foi assassinado no Bairro Canaã, em Ipatinga. Dois homens passaram em uma moto e atiraram contra ele, que chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu. O repórter denunciava uma série crimes cometidos por um suposto grupo de extermínio formado por policiais.

Protesto em Ipatinga
Familiares e amigos do jornalista Rodrigo Neto prepararam uma manifestação às 19h desta terça-feira para lembrar os quase 100 dias da morte do homem. O protesto está marcado para acontecer na Avenida Selim José de Sales, na altura do número 1.000, local onde aconteceu o assassinato.

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