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terça-feira, 16 de julho de 2013

Futuro da extração de areia 16/07/2013, esta guerra vai longe!!!

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...


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Futuro da extração de areia16/07/2013 

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Futuro da extração de areia16/07/2013 | 06h02

Cerca eletrônica começa funcionar no Rio Jacuí em até 15 dias

Expectativa é de que oferta se normalize em 45 dias, e preços voltem ao nível anterior à proibição

Em até 15 dias, todas as dragas que atuam no Rio Jacuí contarão com os equipamentos que permitem a fiscalização por meio do cercamento eletrônico. O método, que delimita a área de extração e desliga automaticamente a embarcação que desrespeitar as normas, foi uma das garantias apresentadas à Justiça Federal para a liberação da atividade na última sexta-feira.
Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), mineradoras e a empresa responsável pelo monitoramento se reuniram na segunda-feira para tratar do cronograma. Assim, dentro deste prazo o sistema estará funcionando nas 55 áreas licenciadas, diz o chefe da divisão de mineração da Fepam, Renato Zucchetti.
Com a promessa do órgão de revisar as licenças de todas as dragas em quatro semanas, a previsão dos construtores é de que o mercado se normalize em até 45 dias. Agora, os empresários também esperam que os preços voltem aos níveis anteriores à decisão do início de maio, que proibiu a extração no rio por três companhias que suprem 95% do mercado de areia da Região Metropolitana.
Entre maio e junho, o preço da areia subiu em média 50%, aponta a pesquisa do Custo Unitário Básico (CUB) do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon-RS). Mas em alguns casos foi preciso desembolsar bem mais para conseguir o insumo, essencial para a fabricação de concreto e argamassa.
– Paguei R$ 43 por metro cúbico antes do problema e, na minha última compra, o preço foi R$ 112 – relata o presidente do Sinduscon-RS, Paulo Garcia, que aponta o atraso nas obras como uma das principais dores de cabeça do setor ultimamente.
Assim como a normalização da oferta, a retomada das obras dos corredores de ônibus da Capital, que dependem basicamente de concreto, também deve ocorrer entre 30 e 45 dias, prevê Nilto Scapin, diretor do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral (Sicepot).
A volta da extração de areia também deve garantir a recontratação de cerca de 400 aquaviários demitidos, prevê Valdez Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Marítimos e Fluviais do Estado.
Associação promete recorrer de liberação
A liberação das mineradoras na sexta-feira passada ainda não significa a garantia total de normalização da oferta de areia extraída do Jacuí. Contrariada com a suspensão da liminar, a ONG Associação para Pesquisa de Técnicas Ambientais (APTA), autora da ação que levou à suspensão da atividade, promete recorrer.
– O nosso principal argumento é a inexistência de um zoneamento ambiental. Foi anunciado em 2006 e não foi cumprido – diz Aline Koppling, advogada da APTA.
Para Aline, há uma contradição no posicionamento da Justiça Federal, que em maio admitia revisar a proibição da mineração apenas se fosse realizado o zoneamento ambiental ou uma perícia no rio. A APTA se mostra cética quanto à promessa da Fepam de apertar a fiscalização devido aos problemas de estrutura do órgão, mesmo com a promessa de contratação de funcionários, que ainda teriam de ser treinados.
A ONG avalia que, nos locais onde as mineradoras têm licença para explorar, não há mais areia disponível. Por isso, avalia Aline, a exploração só seria economicamente viável para empresas que minerarem em locais proibidos, como margens do rio.
Apesar de suspender a liminar, a Justiça Federal ressaltou que, se qualquer termo for descumprido, haverá nova interrupção da atividade.
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