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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Forbes: Lula via em Eike seu porta-voz perfeito

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...




Forbes: Lula via em Eike seu porta-voz perfeito

12 de julho de 2013 • 11h24 •  atualizado 12h02
Mesmo depois de deixar o cargo, Lula continuou ajudando Batista com sua influência como ex-presidente
Mesmo depois de deixar o cargo, Lula continuou ajudando Batista com sua influência como ex-presidente
Foto: Getty Images
Durante seus oito anos de mandato, o ex-presidente Lula tentou forjar no empresário Eike Batista, naquele momento o homem mais rico do Brasil e um dos mais ricos do mundo, uma resposta aos que duvidavam que um ex-líder sindical poderia gerir um país capitalista, de acordo com informações da revista Forbes publicadas nesta sexta-feira. Ele se tornou então um "porta-voz" do sucesso do governo petista.
Conforme a publicação, mesmo depois de deixar o cargo, Lula continuou ajudando Batista. Ele usou sua influência como ex-presidente - sem sucesso - para ajudar o bilionário a fazer um acordo com o estaleiro Jurong, de Cingapura, que poderia salvar o Porto da Açu, projeto da empresa de logística de Batista, a LLX, no Rio de Janeiro.
Segundo a publicação, a ousadia e a megalomania foram características que levaram o empresário a criar o império que parecia mais promissor do País, mas que desandou. Maior perdedor no mundo entre os bilionários deste ano, Batista perdeu capital nas seis empresas de capital aberto das quais detém ações e fazem parte do Grupo EBX e sua fortuna passou de US$ 30 bilhões segundo lista de bilionários da revista Forbes publicada em março de 2013 para US$ 10 bilhões em março de 2013.
Grande parte desse valor foi uma especulação em relação à enorme riqueza que as empresas do grupo poderiam gerar e que não acabou se concretizando.
O resultado do entusiasmo de Lula com o empresário, que foi continuada pelo governo de Dilma Rousseff, fez com que tanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quanto a Caixa Econômica Federal se tornassem os bancos mais expostos a um possível calote do empresário, que possui uma dívida total de cerca de US$ 5,2 bilhões.
Conforme a revista, após toda a derrocada, Batista vale agora cerca de US$ 2,8 bilhões, o que faria dele a 503ª pessoa mais rica do mundo. Essa não seria a primeira vez que Batista fica em uma situação tão caótica. Em 2006, ele teria sido responsável pela falência de dez empresas franqueadas da FLX Consultoria e Franchising, uma empresa de beleza gerida por sua ex-mulher Luma de Oliveira. Pela transação, Batista foi multado em R$ 4 milhões e os credores no processo acusaram o empresário de má gestão e quebra de contrato. Um porta-voz Batista se recusou a comentar sobre o assunto para a publicação.
Terra
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