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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Cinco ficam presos após confronto com a PM em manifestação em SP Protesto aconteceu na noite desta terça-feira na Avenida Rebouças.

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...




31/07/2013 07h23 - Atualizado em 31/07/2013 08h17

Cinco ficam presos após confronto com a PM em manifestação em SP

Protesto aconteceu na noite desta terça-feira na Avenida Rebouças.
Outras 15 pessoas foram detidas, ouvidas e liberadas.

Do G1 São Paulo
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Cinco pessoas permaneciam presas no início da manhã desta quarta-feira (31 após o protesto realizado na noite desta terça (30), em São Paulo, que terminou em confronto com a Polícia Militar após atos de vandalismo. A manifestação contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB) ocorreu na Avenida Rebouças, na Zona Oeste da capital. Durante o ato, 20 manifestantes foram detidos - os outros 15 foram ouvidos pela Polícia Civil e liberados.
Entre os presos, quatro são homens. Eles passaram por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e permanecem detidos no 91º Distrito Policial, no Ceasa. A mulher presa permanece no 89º DP, no Portal do Morumbi. Todos foram autuados em flagrante por dano ao patrimônio, como a depredação de bancos, concessionária e um carro da PM, segundo o delegado Gilmar Contrera, do 14º DP, de Pinheiros. Os nomes e idades dos presos não foram divulgados. Eles deverão ser transferidos para um centro de detenção provisória ainda nesta quarta.
No confronto na Avenida Rebouças, segundo a PM, havia cerca de 300 manifestantes e 200 policiais. Alguns manifestantes ficaram feridos.
Assim como no protesto de sexta-feira (26) na Avenida Paulista, o ato desta segunda começou pacífico até que um grupo de mascarados passou a depredar lojas. A diferença em relação a sexta, quando a PM levou uma hora para reprimir os atos de vandalismo, é que desta vez a polícia acompanhou o protesto desde o início e agiu logo depois das primeiras depredações.

Segundo o capitão da PM Eliseu Chaves de Oliveira, por volta das 18h, 212 policiais estavam posicionados na região do Largo da Batata, em Pinheiros, onde teve início a manifestação. Um veículo do Corpo de Bombeiros também estava no local.

Uma hora depois, o protesto seguiu em direção à Avenida Rebouças, com o objetivo de ir até a Paulista. O destino foi escolhido por meio de uma votação, já que alguns defendiam a ocupação da Assembleia Legislativa, que está em recesso. As sugestões de ir ao Palácio do Governo ou à casa de Alckmin já haviam sido descartadas por causa da grande distância.
Por volta das 19h20, começou o conflito. Alguns manifestantes começaram a depredar lojas e agências bancárias. Uma concessionária teve carros pichados e quebrados. A Avenida Rebouças chegou a ter os dois sentidos da via bloqueados durante o confronto.
Um dos manifestantes usou um martelo para destruir um carro. Alguns mascarados depredaram bancos. Pelo menos um manifestante ficou ferido. O banco Santander informou que teve duas agências depredadas.
Mapa da manifestação na Avenida Rebouças, em São Paulo, contra o governador Geraldo Alckmin (Foto: G1)
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Policiais da Força Tática foram hostilizados quando se posicionaram para impedir o ato de vandalismo em um dos bancos da avenida. Bombas de gás lacrimogêneo foram lançadas e alguns manifestantes passaram mal com o efeito do gás.
Cerco à delegacia
Depois do confronto na Avenida Rebouças, os manifestantes se dispersaram pela região. Por volta das 22h30 eles voltaram a se reunir e seguiram em direção à delegacia onde os detidos haviam sido levados, em Pinheiros.
Cerca de 60 manifestantes se concentraram na Rua Deputado Lacerda Franco, próximo à delegacia para a qual os detidos foram levados. A Tropa de Choque montou barreiras para impedir a aproximação do grupo, que pedia a liberação dos detidos.
Desta vez, não houve confronto. Cerca de duas horas depois, a maior parte dos manifestantes se dispersou.
Alckmin e Cabral
O ato desta terça foi combinado pelas redes sociais, contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e em solidariedade às manifestações no Rio de Janeiro contra o governador Sérgio Cabral. No Facebook, a página de convocação tinha o nome de "2° Grande Ato Fora Alckmin e Apoio ao RJ".
Protesto de sexta
Na sexta-feira houve ação semelhante em um protesto em São Paulo, desta vez na Avenida Paulista. O G1 flagrou depredação em 10 agências bancárias da região. Bases da PM, estações de Metrô e concessionária também foram alvos.
Com o resultado da manifestação da semana passada, a polícia deslocou um grande número de policiais para acompanhar o protesto desta terça-feira.
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