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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Cardozo determina que PF abra Inquérito, sobre bloqueio de rodovias

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...




03/07/2013 12h46 - Atualizado em 03/07/2013 13h34

Cardozo determina que PF abra 


inquérito sobre bloqueio de rodovias

Há suspeita de locaute, greve provocada pelo setor patronal.
Ministro da Justiça diz que há 'gravidade' nas suspeitas.

Mariana OliveiiraDo G1, em Brasília

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Ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, participa de entrevista coletiva ao lado do ministro dos tranportes, César Borges, e do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams (Foto: Mariana Oliveira/G1)Ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça,
participa de entrevista coletiva ao lado do ministro
dos  tranportes, César Borges, e do
advogado-geral da  União, Luís Inácio Adams
(Foto: Mariana Oliveira/G1)
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou nesta quarta-feira (3) que a Polícia Federal abra inquérito policial em razão das suspeitas de locaute na paralisação verificada nos últimos dias das rodovias federais de todo o pais. O locaute consiste em movimento provocado pelo próprio setor patronal.
Cardozo respondeu a ofício enviado pelo ministro dos Transportes, César Borges, dizendo das suspeitas de locaute. "Diante da gravidade dos fatos narrados, determino a abertura de inquérito polícia pela PF, na forma da legislação em vigor", assina Cardozo.
A informação foi repassada a jornalistas antes de coletiva à imprensa com os ministros José Eduardo Cardozo, César Borges e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams.
Há três dias, protestos de caminhoneiros paralisam estradas de todo o país. Eles pedem, entre outras coisas, redução nos preços do diesel e dos pedágios.
A assessoria do Ministério da Justiça havia informado na noite de terça (2) que Cardozo pediu à Polícia Federal uma averiguação com a finalidade de se avaliar se o movimento de caminhoneiros que provocou bloqueio de várias rodovias foi organizado por patrões. No entanto, segundo a assessoria, seria aberto inquérito se verificados indícios de locaute.
Em discurso durante anúncio de autorização para 50 terminais portuários privados, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o governo não ficará "quieto" diante de interrupções de rodovias. Segundo a presidente, "ordem significa democracia, mas também  significa respeito à produção, à circulação".
Também na noite de terça, a Justiça Federal do Rio chegou a determinar a penhora dos bensdo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) e do presidente do grupo, Nélio Botelho, em razão do descumprimento de decisão judicial que ordenou o não bloqueio das rodovias.
Associações
Associações ligadas a caminhoneiros ouvidas pelo G1 disseram que são contra a paralisação das estradas.
“De forma nenhuma somos contra reivindicações justas, mas isso tem de ser feito parado em casa, sem badernas”, afirmou Claudinei Natal Pelegrini, presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam).
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes (CNTT), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse não concordar com o movimento, que segundo a confederação é encabeçado pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). “O povo brasileiro está assistindo a mais um movimento organizado por pseudos representantes de caminhoneiros”.
G1 tenta contato desde a noite de terça (2) com presidente do MUBC, Nélio Botelho, mas até a última atualização desta reportagem ele não havia respondido às ligações.
“Parece que a pauta do protesto convocado pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro está travestida para apoiar um projeto de lei que interessa bem mais aos empresários do que aos caminhoneiros autônomos, como o retorno da carta frete e a extinção do tempo limite de direção”, afirmou Cleverson Kaimoto, diretor da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).
Para a Associação Nacional dos Caminhoneiros (Antrac), as reivindicações só são válidas se não partirem das empresas.
“Esses movimento é dos autônomos, que estão reclamando seus direitos. Se tiver patrão envolvido no meio pede totalmente o foco dos protestos. Pelo que eu saiba, não tem patrão envolvido. Mas, como as greves se estendem pelo país inteiro, não dá para saber exatamente quem está envolvido em cada um dos estados”, explicou Benedito Pantalhão, presidente da Antrac.
fonte: G
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