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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Assad diz que só intervenção estrangeira poderá ameaçá-lo

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...





  atualizado às 09h56

Assad diz que só intervenção estrangeira poderá ameaçá-lo

Bashar al-Assad concede entrevista ao jornal estatal Thawra Foto: AP
Bashar al-Assad concede entrevista ao jornal estatal Thawra
Foto: AP
O presidente da Síria, Bashar al-Assad, disse que ele e seu governo poderão sobreviver à guerra civil e que só a distante perspectiva de uma intervenção militar estrangeira direta poderia alterar isso.
Após constantes avanços dos rebeldes nos primeiros dois anos de guerra civil na Síria, as forças de Assad e da oposição entraram em um sangrento impasse que durou meses, até uma ofensiva do governo, em junho, que levou à captura de uma estratégica cidade fronteiriça. Agora, Assad parece estar dominando a situação.
"Esse era o objetivo deles ao atingir nossa infraestrutura, atingir nossa economia e criar um completo caos na sociedade, para que nós nos tornássemos um Estado falido", disse Assad em entrevista publicada nesta quinta-feira pelo jornal estatal Thawra. "Até agora, não chegamos a esse estágio."
"Eles usaram todos os meios materiais, emocionais e psicológicos disponíveis para eles. A única opção que eles têm é uma intervenção estrangeira direta", prosseguiu. "Mas há hesitação e rejeição (à intervenção) por parte da maioria dos países, então se pudermos superar esse estágio com resolução e consciência não temos mais nada a temer."
Os rebeldes continuam fortes no norte da Síria, mas Assad vem pouco a pouco reforçando sua presença militar na região na esperança de reconquistar território. Intensos combates ainda ocorrem ao redor de várias cidades da Síria central e perto da capital, Damasco.
A contraofensiva de Assad levou os Estados Unidos a anunciar no mês passado que dariam apoio militar à oposição para tentar restaurar o equilíbrio de forças antes de uma eventual negociação de paz.
Estados Unidos e Rússia, principal aliada de Assad no cenário internacional, propõem realizar uma conferência de paz sobre a Síria, mas divergências sobre quem seriam os participantes fazem com que o impasse se mantenha.
Assad admitiu que o conflito causa sofrimento generalizado no país, mas disse que a Síria conseguiu resistir devido à perseverança de seus empresários e trabalhadores.
"O povo sírio permanece inquebrantável em todos os sentidos da palavra. Há uma explosão, e em questão de minutos após a limpeza a vida volta ao normal", disse Assad. "Eles vão trabalhar, embora esperem que foguetes terroristas, explosões terroristas e atentados suicidas aconteçam a qualquer momento.

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