Postagem em destaque

CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rej...

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Após conversa com Lula, Dilma decide não fazer mudanças em ministérios

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...



ESTRATÉGIA 26/07/2013 - 11h08

Após conversa com Lula, Dilma decide não fazer mudanças em ministérios

NOTÍCIA0 COMENTÁRIOS
Após longa conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quinta-feira, 25, a presidente Dilma Rousseff (PT) decidiu que, por enquanto, não vai cortar ministério nem fazer mudanças na equipe de gestão.
Mesmo demonstrando preocupação em relação à queda de popularidade após a série de protestos que ocorreram pelo País, a presidente deixou claro que não pretende, no momento, ceder a pressões por mudança na equipe. Asinformações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ontem, pesquisa CNI/Ibope mostrou mais uma vez o expressivo aumento da avaliação negativa da presidente. O levantamento apontou que o porcentual dos que consideram o governo Dilma "ótimo" ou bom" caiu de 55% para 31%. Já a avaliação pessoal da presidente despencou de 71% para 45%.
Segundo informações, a reunião foi marcada também pela preocupação sobre o comportamento do PMDB e também do PT em relação ao apoio das duas siglas ao Governo. Dilma teria pedido a ajuda de Lula para conseguir mobilizar o PT.
Na avaliação da presidente, o partido está colaborando aquém do que deveria na defesa de questões como o plebiscito e a reforma política, duas das principais propostas de Dilma após a onda de manifestações.
Sobre o PMDB, a reportagem do Estadão apurou que Dilma e Lula demonstraram contrariedade com o posicionamento do partido, que propôs a redução de ministérios para solucionar a crise política. 
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

POSTAGENS DE SERGIO VIANNA