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sábado, 22 de junho de 2013

MPL (MOVIMENTO PASSE LIVRE) COMETEU TRAIRAGEM OU NÃO

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...


DIZEM QUE HOUVE ACORDO COM SENADOR EDUARDO SUPLICY, VEJA NO FINAL DESTA MATERIA.


22/06/2013 - 03h50

Após suspender protestos, Movimento Passe 

Livre de SP volta atrás


GIBA BERGAMIM JR.

ANA KREPP
DE SÃO PAULO
FELIPE SOUZA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
País em protestoO MPL (Movimento Passe Livre) anunciou na manhã de ontem a suspensão, por tempo indeterminado, de novos atos na cidade de São Paulo depois da proliferação de protestos violentos pelo país. No final da noite, entretanto, o movimento recuou e divulgou nota afirmando que os atos vão continuar na cidade.
Segundo Caio Martins, 19, um dos integrantes, as declarações dadas pelo grupo pela manhã não foram bem compreendidas. "Todo mundo publicou uma coisa num tom que não é isso. Você acha que vamos parar de fazer lutas? Não vamos", afirmou.
Segundo ele, o grupo vai agora planejar os novos atos, mas não há nada marcado.
"Protesto não é todo dia. Não temos data, mas uma hora vai acontecer. Acabamos de vencer, vamos vencer mais. Agora temos que formular o que vamos exigir."
Durante o primeiro anúncio, de interrupção dos atos, o Movimento Passe Livre afirmou que um dos motivos para a decisão foi a suposta "infiltração" de "grupos conservadores" nas manifestações.

Protesto na Radial Leste

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Avener Prado/Folhapress
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Manifestantes passam pela ligação leste-oeste durante marcha que saiu do metrô Tatuapé e ocupou o sentido centro da av. Alcântara Machado (Radial Leste), zona leste de São Paulo
O recuo foi decidido anteontem, depois que grupos "antipartido" hostilizaram manifestantes com bandeiras do PT, PSTU e PSOL durante um ato que serviria de "comemoração" pela redução da tarifa de transporte na capital.
Na noite de ontem, pouco antes da nova nota do MPL, movimentos sociais e partidos de esquerda começaram uma reunião para discutir a necessidade de apoio a novos atos que forem programados.
REDUÇÃO
A escalada de protestos pelo país ganhou força a partir do último dia 6 em São Paulo, quando o Passe Livre levou 2.000 pessoas às ruas contra o aumento da passagem de R$ 3 para R$ 3,20.
Treze dias depois, já com a adesão dos protestos em pelo menos 12 Estados, São Paulo, Rio de Janeiro e outras seis capitais reduziram as tarifas.
As reduções foram anunciadas no dia 19, quando os protestos já reuniam 215 mil pessoas em todo o país. Anteontem, mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas.
"Conquistamos a reivindicação e, no momento, não faremos mais protestos. Vamos agora discutir para conquistar nosso principal objetivo, que é a tarifa zero", disse pela manhã Erica de Oliveira, 22, integrante do MPL.
Desde a última segunda-feira, o grupo vinha mantendo diálogo com o prefeito Fernando Haddad (PT) e seus interlocutores para que a tarifa fosse reduzida.
No entanto, líderes do movimento e integrantes do governo negam qualquer acordo para encerrar as manifestações após a redução do valor das passagens de ônibus, trens e metrô, que voltarão a custar R$ 3 a partir da próxima segunda-feira.
Para secretários de Haddad, o Passe Livre optou pela suspensão também por causa do desgaste sofrido com a disseminação dos protestos violentos, que já causaram duas mortes --em Ribeirão Preto e Belém (PA).
Já o movimento diz que a violência só ocorreu onde houve repressão policial.
Erica admitiu que, embora o MPL tenha coletivos em outros Estados, as manifestações ultrapassaram a questão do transporte público e, com isso, não havia maneiras de controlar atos país afora.
Estados como Pará não contam com representantes do Passe Livre e mesmo assim houve protestos.
Rafael Siqueira, do Passe Livre, disse que houve invasão de grupos "neofascistas".

Protesto no aeroporto de Cumbica

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Fabio Braga/Folhapress
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Algumas pessoas decidiram abandonar os carros e seguir a pé pela rodovia Hélio Smidt em direção ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (na Grande São Paulo); grupo de manifestantes parou o aeroporto internacional
"Eles entraram nos últimos atos para defender propostas que não nos representam", afirma. Ele cita entre as causas que surgiram a redução da maioridade penal.
AGRESSÃO
Horas após uma onda de manifestações violentas em todo o país, o Movimento Passe Livre divulgou nota condenando o que chamou de "atos de violência" contra partidos. A nota, porém, não faz menção à depredação de prédios públicos e saques ocorridos em outras cidades, como Rio e Brasília.
"O MPL é um movimento social apartidário, mas não antipartidário. Repudiamos os atos de violência direcionados a essas organizações durante a manifestação de hoje [anteontem], da mesma maneira que repudiamos a violência policial", diz a nota.
Em ato na avenida Paulista, bandeiras do PT foram arrancadas de manifestantes e queimadas. Segundo o movimento, desde os primeiros protestos, as "organizações" --entre eles PT, PSTU, PCO e PSOL-- fazem parte.
"Oportunismo é tentar excluí-las da luta que construímos juntos", diz.
Colaborou TALITA BEDINELLI


SERGIO VIANNA:  Assistindo a TV CÂMARA, os trabalhos do dia 19.06.2013 com  
matéria que tratava de um projeto, que estava rodando na Câmara a três anos  ,sobre Mobilidade Urbana, na Sessão se fazia presente entre outros, o Prefeito de Porto Alegre, o Senador Eduardo Suplicy e demais senadores e Prefeitos, interessados, no assunto, como por certo é de interesse de todo o Brasil, mas nesta sessão, vazou, o assunto de negociação, entre o movimento Passe Livre (MPL) e o Senador Suplicy, quando o presidente da mesa, perguntou ao Senador Eduardo se havia intervenção entre ele e o movimento, disse ainda o presidente da mesa, que por certo o Senador estaria em negociações, pelos fortes contatos do mesmo, com os estudantes, o Senador pegou o microfone e disse que sim, que ja estaria negociando a calmaria, (TV Senado do Dia 19.06.2013).
Por estes motivos, quero dizer que o MPL, cometeu uma traição com os demais Movimentos, bem como foi contra seus atos, e vindo contra o que por hora vendeu, vejamos:    É certo que o movimento, não levaria consigo 110 mil pessoas as ruas, portanto teve apoio dos demais interesses Nacionais, quais seja, Movimento contra a PEC 37, Movimento contra Corrupção e demais interesses Nacionais que ali se fizeram presentes, pois bem, se tal decisão partiu de acordo com políticos, como registrado na sessão do senado do dia 19.06.2013, o MPL, seguiu suas vontades agregadas as vontades políticas, ignorando os demais interessados, usando de escudo a desculpa, dos baderneiros, que tiveram do primeiro ao sexto dia, se este fosse o motivo, deveriam ter suspendido o evento antes, também disseram que sua principal reivindicação já foi atendida, o que por hora sabemos, que ainda vai ser votada, na terça feira vindoura, na Câmara, conforme anunciado no dia 19.06.13 na sessão, para finalizar, o correto seria o MPL, ouvir quem lhes deixou grande a nível Mundial, quem lado a lado fez o Brasil ver o Movimento de outra forma, quem ajudou o MPL a mudar as atitudes dos Políticos e não na primeira pressão Política, puxar o carro, assim se vê o MPL  como seis ou meia dúzia, ou seja (bela troca) ou até mesmo (traíra) e por que não dizer que foi movimento político. se isso aconteceu, foi a maior trairagem, que possa ter ocorrido nas últimas décadas, movimento usa os demais para interesses ocultos!!!  será!!!
fonte: folha de São Paulo

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