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CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

1953 # 1964 # 2013

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...


1953 - 1964 - 2013

THE GUEVARA - COMEÇOU A TRILHAR, SEUS CAMINHOS POLÍTICOS E REVOLUCIONÁRIOS EM 1953!!!

Ernesto Guevara de la Serna foi um dos mais famosos revolucionários marxistas da História. Depois de sua morte, Che foi instantaneamente transformado em um símbolo do compromisso e do heroísmo revolucionários. Até hoje, Che vive nos corações dos povos solidários.
Ernesto Guevara de la Serna nasceu em 14 de junho de 1928, em Rosário, importante cidade industrial da Argentina, em uma família classe média alta. Seu pai, o arquiteto e engenheiro civil Ernesto Guevara Lynch, era um militante político, tendo participado de vários comitês e organizações de ajuda aos países democráticos. Apoiou a resistência republicana na Guerra Civil Espanhola, nos anos de 1930, participou de campanhas para brecar a propaganda nazista nas Américas na 2ª Guerra Mundial e, mais tarde, fez oposição ao governo de Juan Perón. A mãe, Célia de la Serna, era igualmente ativista, tendo sido presa diversas vezes por sua militância política. Na juventude de Che, a casa dos Guevara vivia repleta de republicanos espanhóis e militantes socialistas.
Aos 2 anos, Che Guevara sentiu os primeiros sintomas de asma que o atormentaria ao longo da vida. Para minimizar os efeitos da doença, a família foi para Alta Gracia, perto da Cordilheira dos Andes, à procura de um clima mais saudável. Mais tarde, Ernestito, como era chamado pelos parentes, começou a praticar esportes como natação, futebol, ciclismo e rugby. Ao contrário do que se poderia imaginar, ele não desenvolveu uma personalidade fraca e indolente por causa da doença. A enfermidade tornou-se um desafio que ele aceitou sem nenhuma autocompaixão. Outra coisa curiosa que aconteceria depois: Che foi dispensado do serviço militar argentino por incapacidade em virtude da asma.
Quando Che tinha 12 anos, sua família mudou-se para Córdoba, segunda maior cidade da Argentina, e foi viver próxima de uma favela. O menino brincava diariamente com as crianças pobres do lugar, uma atitude pouco comum para um filho de classe média alta. Nessa época, ele começou a pegar gosto pela leitura, pois seus pais tinham cerca de 3 mil livros em casa. Che tomou contato com a poesia, filosofia, história e arqueologia, dentre outros assuntos. Com isso, abriu novos horizontes e quis conhecer novos lugares. A primeira viagem foi uma travessia do território argentino de bicicleta promovida por uma empresa local. Em cada cidade que parava, comprava vários livros e, desde essa época, começou a escrever um diário, hábito que manteve por toda a vida.
Em 1944, quando tinha 17 anos, a família Guevara transferiu-se para a capital Buenos Aires, centro cultural e político da Argentina. Ele havia decidido fazer medicina, mas continuava atraído por viagens e aventuras. Em dezembro de 1949, ainda não tendo terminado o curso, começou uma longa viagem de motocicleta em direção ao Chile com seu amigo Alberto Granados. A ideia era rodar todo o continente, conhecendo os povos, as condições de vida, a história e a geografia da América Latina. Passaram pela maioria dos países, mas os que marcaram mais Guevara foram a Bolívia, a Venezuela e o Peru. Nessa viagem, Guevara começa a ver a América Latina como uma única entidade econômica e cultural. Granados, recém-formado em medicina, ficou na Venezuela trabalhando num sanatório para leprosos e Che voltou para a Argentina para completar seu curso.
Início da inquietação
Em março de 1953, ele se formou em medicina com especialização em alergia, mas percebeu que ainda não estava preparado para se tornar um médico. Resolveu voltar para a Bolívia. Em um de seus diários, Che relatou: “Quando comecei meus estudos de medicina, a maioria de meus ideais revolucionários ainda não existia. Como grande parte das pessoas, eu estava em busca de sucesso [...]. Mas, quando comecei a viajar por toda a América, entrei em contato com a pobreza, a fome e a doença [...]. Vi a degradação e a repressão. Então comecei a entender que havia outra coisa tão importante do que ser famoso, que era ajudar essa gente.”
Em La Paz, capital da Bolívia, Guevara teve contato com vários grupos políticos, especialmente exilados argentinos. Um dos novos amigos, Ricardo Rojo, era um advogado argentino que escapara das prisões do regime de Perón. O plano de Guevara era se encontrar com Alberto Granados na Venezuela, mas Rojo o convenceu a acompanhá-lo até a Guatemala, “onde as coisas estão acontecendo”. Em 1950, os guatemaltecos tinham elegido o presidente Jacobo Arbens Guzmán, um esquerdista moderado que prometera dar sequência ao programa de reformas sociais iniciado em 1944, quando fora deposto o último regime militar. Arbens estava sobre fogo cerrado das elites locais e dos interesses norte-americanos.
Para chegar à Guatemala, Guevara, Rojo e um grupo de argentinos fizeram uma difícil viagem pelo Peru e Equador, de onde pegaram um barco para o Panamá. O transporte foi obtido graças à interferência de um político socialista chileno, Salvador Allende, que 20 anos depois seria presidente de seu país e terminaria assassinado durante um sangrento golpe militar.
Do Panamá, o grupo foi para a Costa Rica, onde vivia uma grande comunidade de exilados latino-americanos, incluindo alguns remanescentes do ataque ao quartel de Moncada em 26 de julho de 1953. Esses cubanos garantiram que voltariam a Cuba para derrubar Fulgêncio Batista, mas, de acordo com Rojo, nem ele nem Guevara os levaram muito a sério.
Primeira luta
Em janeiro de 1954, eles chegaram à Guatemala para mergulhar em um universo político conturbado. Foi lá que Guevara conheceu a peruana Hilda Gadea Acosta, com quem se casou mais tarde. Ela daria importante contribuição a sua formação política. Também foi lá que conheceu o cubano Nico Lopez, um dos líderes do ataque a Moncada, e que, no futuro, apresentaria Guevara a Raul e a Fidel Castro, no México.
Na Guatemala, o exército invasor norte-americano operava a partir de Honduras, sob o comando da CIA e com a aprovação do presidente Dwight Eisenhower. Guevara ficou impressionado com a facilidade com que um governo popular era esmagado. “A última democracia revolucionária da América Latina – a de Jacobo Arbens – caiu como resultado da fria e premeditada agressão conduzida pelos EUA [...]. Quando a invasão norte-americana começou, tentei juntar um grupo de jovens como eu para contra-atacar. Na Guatemala era necessário lutar e quase ninguém lutou. Era necessário resistir e quase ninguém resistiu”, escreveu Guevara.
Na invasão, Che foi guarda voluntário durante o blecaute, nos momentos em que a cidade estava sendo bombardeada. Ele também pediu para ir para o front, mas não foi autorizado. As exortações de resistência feitas por Guevara foram suficientes para colocar seu nome na lista negra dos golpistas. Avisado pelo embaixador argentino de que sua vida e de sua esposa estavam em perigo, eles se refugiam na embaixada.
As experiências na Guatemala foram importantes para a construção de sua consciência política. Foi lá que Che se autodefine como revolucionário e se convenceu da necessidade da luta armada, de tomar a iniciativa contra o imperialismo. “Quando estava na Guatemala de Arbenz, comecei a tomar nota e pensar sobre quais seriam as responsabilidades de um médico revolucionário. Então, depois que vi a agressão norte-americana, entendi uma coisa fundamental: para ser um médico revolucionário, você primeiro precisa de uma revolução”, escreveu certa vez.
Guevara iria atrás dela, mas, inicialmente, precisaria sair vivo da Guatemala. Recusou a oferta de um salvo-conduto para voltar para a Argentina. Resolveu ir para o México, porque se tratava de um país mais hospitaleiro para os refugiados políticos. Chegando lá com um amigo guatemalteco, os dois viraram fotógrafos de rua para sobreviver. Depois de algum tempo, Guevara foi trabalhar no setor de alergia do Hospital Geral da Cidade do México, ao mesmo tempo que lecionava na Universidade Autônoma do México. Um dia encontrou no hospital o cubano Nico Lopez, que o levou para conhecer um compatriota recém-chegado à capital mexicana: Raul Castro.


1964/1988 - COMEÇOU A DITADURA BRASILEIRA, TERMINANDO NOS ANOS OITENTA



QUARTA-FEIRA, 27 DE JANEIRO DE 2010


Ditadura Militar ( 1964-1988)

Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.

GOVERNO CASTELLO BRANCO (1964-1967) 

Castello Branco, general militar, foi eleito pelo Congresso Nacional presidente da República em 15 de abril de 1964. Em seu pronunciamento, declarou defender a democracia, porém ao começar seu governo, assume uma posição autoritária.

Estabeleceu eleições indiretas para presidente, além de dissolver os partidos políticos. Vários parlamentares federais e estaduais tiveram seus mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos e constitucionais cancelados e os sindicatos receberam intervenção do governo militar.

O governo militar impõe, em janeiro de 1967, uma nova Constituição para o país. Aprovada neste mesmo ano, a Constituição de 1967 confirma e institucionaliza o regime militar e suas formas de atuação.
GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969)
Em 1967, assume a presidência o general Arthur da Costa e Silva, após ser eleito indiretamente pelo Congresso Nacional. Seu governo é marcado por protestos e manifestações sociais. A oposição ao regime militar cresce no país. A UNE (União Nacional dos Estudantes) organiza, no Rio de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil. Em Contagem (MG) e Osasco (SP), greves de operários paralisam fábricas em protesto ao regime militar.

A guerrilha urbana começa a se organizar. Formada por jovens idealistas de esquerda, assaltam bancos e seqüestram embaixadores para obterem fundos para o movimento de oposição armada.

No dia 13 de dezembro de 1968, o governo decreta o Ato Institucional Número 5 ( AI-5 ). Este foi o mais duro do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial. 
GOVERNO DA JUNTA MILITAR (31/8/1969-30/10/1969)

Doente, Costa e Silva foi substituído por uma junta militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica).

Dois grupos de esquerda, O MR-8 e a ALN seqüestram o embaixador dos EUA Charles Elbrick. Os guerrilheiros exigem a libertação de 15 presos políticos, exigência conseguida com sucesso. Porém, em 18 de setembro, o governo decreta a Lei de Segurança Nacional. Esta lei decretava o exílio e a pena de morte em casos de "guerra psicológica adversa, ou revolucionária, ou subversiva".
GOVERNO MEDICI (1969-1974)
Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Medici. Seu governo é considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como " anos de chumbo ". A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes,músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Muitos professores, políticos, músicos, artistas e escritores são investigados, presos, torturados ou exilados do país. O DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna ) atua como centro de investigação e repressão do governo militar. 

Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia. A guerrilha do Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.

GOVERNO GEISEL (1974-1979)
Em 1974 assume a presidência o general Ernesto Geisel que começa um lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.

Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades.
GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985)

A vitória do MDB nas eleições em 1978 começa a acelerar o processo de redemocratização. O general João Baptista Figueiredo decreta a Lei da Anistia, concedendo o direito de retorno ao Brasil para os políticos, artistas e demais brasileiros exilados e condenados por crimes políticos. Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina. Cartas-bomba são colocadas em órgãos da imprensa e da OAB (Ordem dos advogados do Brasil). Em 1979, o governo aprova lei que restabelece o pluripartidarismo no país. Os partidos voltam a funcionar dentro da normalidade. A ARENA muda o nome e passa a ser PDS, enquanto o MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como: Partido dos Trabalhadores ( PT ) e o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).

Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog á assassinado nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante.

Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil. 
A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já

Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresenta vários problemas. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.

Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal

Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país. 

Fim da ditadura militar no Brasil



















Foto


2013



É OU NÃO GUERRILHA URBANA ARMADA PARA O PASSO SEGUINTE A IMPLANTAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. 
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Alckmin e comando da PM-SP ignoram ameaça feita por traficantes de degolar policiais que o reprimirem.


Violentos comerciantes ilegais de drogas de Paraisópolis, em São Paulo, fizeram uma ameaça direta e concreta a uma guarnição da Polícia Militar que tentou fazer uma incursão naquela “comunidade” (ops): “Se vocês não deixarem a gente trabalhar em paz, vamos partir para a operação Tiradentes. Vamos arrancar a cabeça de um PM, cortar o corpo ao meio e pendurar em um poste”.

A Agência Brasileira de Inteligência já sabe de tal ameaça. Quem não sabe ou ignora é o comando da Polícia Militar de São Paulo. A ordem interna é que tal promessa de terrorismo feita por traficantes não fosse repassada para o “escalão de cima”. O Governador Geraldo Alckmin, agora arvorado com as manifestações-badernas deveria tomar conhecimento e tomar alguma providência – em vez de manter-se refém do suposto discurso politicamente correto dos “direitos humanos” que impede uma efetiva repressão contra atos de terror e barbárie da face operacional do crime organizado.

Uma das mais bem preparadas tropas do Brasil, a Polícia Militar de São Paulo vive seu momento mais crítico e dramático. Desde o cantado e decantado “Massacre do Carandiru”, a PM virou refém do discurso politicamente correto, muito bonitinho para os livros de filosofia, mas ineficaz para proteger uma sociedade efetivamente ameaçada pela ação cada vez mais organizada e violenta do crime sem efetiva repressão.

O que pode acontecer se a PM invadir Paraisópolis e o os “chefes do pedaço” cumprirem a ameaça de degolar algum PM? Certamente, não vai acontecer nada. Simplesmente porque, ao saber de tal ameaça, o Comando da PM, seguindo orientação politicamente correta do Palácio dos Bandeirantes, tomará a sábia decisão de “não vamos mexer com a comunidade de Paraisópolis”.

Quem ganha com a inação ou omissão? Claro, os comerciantes de drogas que “só querem trabalhar em paz”. E como a lógica socialista fabiana é proteger os “trabalhadores”, é melhor o governo do Estado deixá-los em paz. Claro, neste “acordo não assinado”, eles também colaboram com os índices de segurança pública. Os assaltos e roubos naquela região tendem a diminuir... Tudo em nome de “não atrapalhar o trabalho”.

E o trabalho da Polícia Militar, como fica? Numa conjuntura dessas, em que o suposto politicamente correto subverteu a ordem pública – que deveria ser o bem mais importante da sociedade, pois é o efetivo garantidor da paz e da vida -, a barbárie prevalece. Errados se tornam os PMs que querem “prender” bandidos. Se eles os matam, pior ainda: são midiaticamente transformados em assassinos, torturadores, membros do esquadrão da morte, filhotes da ditadura, sobrinhos diletos do coronel Brilhante Ustra e por aí vai...

O Alerta Total denunciou ontem que um observatório independente de estudos sobre violência transmitiu às forças armadas a informação de que organizações criminosas pretendem intensificar ações psicológicas para aumentar o medo da população – principalmente em grandes centros urbanos. Os bandos vão agir mais facilmente se aproveitando que as Polícias Militares estão mobilizadas para atender, prioritariamente, à repressão contra passeatas ideologicamente organizadas para pedir a revogação de aumentos de passagens de ônibus.

A tática dos criminosos é bem conhecida. Incendiar ônibus. Aumentar o número de assaltos a mão armada com uso de violência. Promover arrastões em restaurantes. Invadir condomínios de classe média. Intensificar os sequestros relâmpagos, sobretudo em regiões classe A. Atacar carros-fortes, preferencialmente em estradas. Saquear caminhoneiros. Fazer tentativas de resgates cinematográficas de presos durante deslocamento entre tribunais e presídios. Assassinar policiais civis e militares, de preferência em latrocínios programados. Ensaiar rebeliões em penitenciárias.

O que as Forças Armadas podem fazer diante de tal situação que beira ao terror? Na conjuntura atual, comandados pelo sistema do Governo do Crime Organizado, os militares podem fazer absolutamente nada (?) – a não ser observar e prestar atenção. A informação de dentro da caserna é que “os comandos militares estão muito preocupados com toda esta situação”. O sinal sincero de preocupação, mesmo que não possa ser explicitamente manifestado, já é um indício de que as legiões não estão tão passivas quanto fazem parecer em seu silêncio obsequioso.

O subdesenvolvido Brasil está refém de uma armadilha com a crescente onda de violência descambando para o terror. Não por coincidência, nosso Congresso Nacional (loteado por muitos bandidos que deveriam estar parlamentando na penitenciária) insiste em postergar uma definição legal sobre o que tipifica o crime de terrorismo. A falta dessa definição legal – propositalmente postergada para impedir a repressão ao crime que financia muitas campanhas e enriquece muitos deputados e senadores bandidos – impede uma ação efetiva de nossas forças de segurança – cada dia mais inseguras de seu verdadeiro papel.

O Coronel Aviador Manuel Cambesses Júnior lista uma série de fatores para explicar por que não funciona o sistema de segurança pública no Brasil:

A Desconfiança
O Jogo do Empurra
A Constituição Corporativa
A Desordem Pública
A Divisão da Polícia Estadual
A Depreciação das PM
A Falência do Sistema Penitenciário
A Renúncia dos Instrumentos de Defesa
A Morosidade do Poder Judiciário
A Desestrutura do Ministério Público
A Fragilidade da Defensoria Pública
O Descompasso Político
A Intro-Omissão Governamental
A Submissão Municipal
O Desamparo da Cidadania
A Impotência da Mídia

A maioria dos brasileiros, que sente na pele a violência e a insegurança no cotidiano, está de saco cheio. Os protestos (ou badernas) nos grandes centros – mesmo que provocados ideologicamente - ganham adesão por causa deste sentimento represado de insatisfação e revolta. Quem não souber fazer uma leitura correta dos acontecimentos vai se ferrar.

Na História, uma manifestação costuma puxar outras. Ainda mais quando os governos – de forma violenta ou apenas no discurso reativo – resolvem reprimi-las. Breve, teremos manifestações pedindo mais segurança e contra a violência. Donos de restaurantes em São Paulo, vítimas de trinta e tantos arrastões, já resolveram entornar o caldo e partir para o protesto.

O Brasil de pólvora está simbolicamente aceso. Ninguém duvide que o pavio sentirá o fogo da revolta a qualquer momento. Já vivemos um estágio de anomia (ignorância e desrespeito às normas legais). Por isso, a atual onda de protestos tem tudo para se transformar em um tsunami, trazendo para o olho do furacão outros grupos além daqueles ideologicamente motivados que agem agora nessas ações psicológicas urbanas, com repercussão midiática imediata.
Na hora que a situação sair completamente de controle, o que vai acontecer só Deus sabe. Quem aposta na radicalização irresponsável, para beneficiar o sistema do crime organizado, pode e tende a se dar muito mal. Tem muita gente de bem prontinha e doida para apertar o famoso botão “Foda-se”...

Jogos de Guerra


NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA DA ESQUERDA CANALHA QUE ESTÁ TE USANDO PARA ALCANÇAR SEUS REAIS OBJETIVOS A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.. DEPOIS NÃO ADIANTA RECLAMAR.
MOVIMENTO PASSE LIVRE É COMPOSTO POR MILITANTES DO FÓRUM ANARQUISTAS ORGANIZADO - FAO, QUE TEM POR OBJETIVO FORTALECER O ANARQUISMO EM TODAS AS REGIÕES DO PAÍS. 
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ACORDA BRASIL!!!!

A DIFERENÇA DESTES TRÊS EXEMPLOS DE ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS É TÃO E SOMENTE 
AS FERRAMENTAS, DESDE O MATERIAL BÉLICO DOS COMANDOS, COMO OS INSTRUMENTOS DE INFORMAÇÕES
QUE HOJE FACILITAM OS TRABALHOS, FUGIU A ÉPOCA DOS MENSAGEIROS, REDES SOCIAIS, INFORMAÇÕES ONLINE E TUDO MAIS, CERTAMENTE É A DIFERENÇA DE HOJE, O RESTANTE É A VOZ DO POVO, A ANSIEDADE,
O NÃO AGUENTO MAIS, O POVO TRABALHA DE UM LADO, O GOVERNO ROUBA E DÁ PARA OS SEM SERVENTIAS DO OUTRO, A VERDADE ESTA SENDO DEMOSTRADA, NA IMPRENSA, NÃO OS VINTE CENTAVOS, E SIM
QUEREMOS DIGNIDADE DO NOSSO DINHEIRO PUBLICO, QUE HOJE É DIGNO PARA PRODUZIR, INDIGNO
PARA CONSUMIR PELO GOVERNO!!! O POVO CANSOU!!!


SERGIO VIANNA
17.06.2013











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