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Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rej...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

MP DOS PORTOS, ASSUNTO DE EXTREMO INTERESSE BRASILEIRO!!!

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro...

SERGIO VIANNA: Parece mais uma briga de empresários, mas na realidade, toda a sociedade, deveria se preocupar com esta MP, uma vez, que a solução destes problemas portuários, deverá mudar a economia brasileira, que certamente irá atingir, estas mudanças, todos os setores, desde, a borracharia, a padaria,, o sapateiro, comercio, transporte, setores dependentes de logísticas, então papo furado do Governo, sobre guerrinha, os chamamentos são verdadeiros e reais, espero que o povo não fique sentado, acorda Brasil, precisamos desta aprovação, para o bem da Nação, independente de opiniões separatistas!!!!



Extraído de: Folha Online  - 5 horas atrás

Interesse setorial não pode se sobrepor ao nacional, diz Gleisi

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origem da notícia
VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA
Principal negociadora no governo da medida provisória dos portos, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) diz que defensores de uma reserva de mercado travam o setor portuário no país e dificultam a aprovação da proposta no Congresso Nacional.
"Não podemos permitir que uma reserva de mercado fique em detrimento da eficiência do país", disse em entrevista à Folha, acrescentando que "interesses setoriais não podem se sobrepor aos interesses nacionais" na votação da medida provisória.
Discussão sobre MP dos Portos coloca em guerra dois grupos privados
Gleisi se refere aos operadores privados com concessões em portos públicos, que resistem à abertura do setor para os portos privados, principalmente à autorização para que eles movimentem cargas de terceiros.
"É óbvio que quem está estabelecido começa a ter resistência, quer manter o seu mercado e não ter concorrência, mas isso não serve ao Brasil", afirmou ela.
A ministra não concorda que a articulação política esteja falhando na votação da medida e envia um recado à base aliada que tem se queixado do tratamento do Palácio do Planalto.
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"Se a articulação política eficiente é ceder sempre em tudo, não é articulação política. Se compromete o objetivo maior da medida, aí não tem razão de ser da articulação política", disse.
Apesar do tempo exíguo --a MP perde validade na quinta e tem de ser votada na Câmara e Senado até quarta, Gleisi diz que ainda acredita na sua aprovação.
"É normal enfrentar interesses contrariados, mas eles não podem ser admitidos se não forem compatíveis com o interesse geral. Acreditamos que o Congresso vai se colocar do lado do interesse geral, que é superar os gargalos portuários."
*
Folha - No Congresso, criou-se a imagem de que o governo defende um lado do setor privado em detrimento de outro na MP dos portos. O governo defende um dos lados?
Gleisi Hoffmann - O governo defende uma proposta que é boa para o Brasil, que abre os portos brasileiros, dá competitividade ao sistema e condições de trazer respostas a uma logística eficiente.
Mas por que foi criada essa resistência tão forte dos operadores em portos públicos?
Temos hoje um porto público com capacidade de movimentar 370 milhões de toneladas em cargas. Em 2015, nós já estaremos movimentando 375 milhões.
Ou seja, estamos no limite da capacidade. Temos então de aumentar esta capacidade. Para isso, não podemos permitir que uma reserva de mercado fique em detrimento da eficiência do país.
A sra. acha então que há um grupo querendo manter essa reserva de mercado? Qual?
Sim, temos um conflito de interesses, é natural que seja assim, mas temos de enfrentá-los para aprovar a MP.
Afinal, quais são os interesses que estão tentando travar a MP dos Portos?
É óbvio que quem está estabelecido, quem tem terminais em portos públicos, começa a ter resistência, quer manter o seu mercado e não quer concorrência, mas isso não serve ao Brasil.
Por que a base aliada critica e parece rejeitar a MP?
Eu não acho isso. Caso contrário, não teríamos aprovado o relatório do [líder do governo no Senado] Eduardo Braga (PMDB-AM) na comissão mista formada para analisar a medida provisória dos portos. O projeto foi debatido e discutido na comissão.
A MP pode perder validade nesta semana. A articulação política está falhando?
Se a articulação política eficiente é ceder sempre em tudo, não é articulação política. Se compromete o objetivo maior da medida que está em discussão, aí não tem razão de ser da articulação política ou da medida enviada.
Membros da base estão aproveitando a votação da MP para reclamar do tratamento do Planalto dispensado aos aliados. Isso está contaminando a votação?
O governo tem sempre o compromisso de dialogar com o Congresso, que tem sempre demonstrado apoio a matérias importantes ao país enviadas pelo Executivo. Agora, é óbvio que não existe articulação política que possa superar conflito de interesses. Tem um limite.
O que isso significa?
Chega um momento em que a convergência fica quase impossível, porque as partes não conseguem convergir para a mesma proposta. Aí não adianta ter a articulação política como desculpa.
Na hipótese de a MP ser derrotada, o que é uma possibilidade, existe um plano B?
A presidente Dilma não deixará o país sem resposta num tema tão importante como este. Até o dia 16, a hipótese com que trabalhamos é a votação e aprovação da MP.
Na última sessão, a MP foi classificada pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ)) como "MP dos Porcos", pois estava sendo desfigurada...
Não vou fazer comentários sobre isso, mas só lamento esse nível de debate.
O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), insinuou que o governo fez a MP dos Portos para beneficiar quatro grupos. Procede?
Não vou fazer comentários acerca desta declaração irresponsável.
Na semana passada, a MP não foi votada por causa de uma emenda defendida pelo líder Eduardo Cunha, que englobava vários interesses. Por que o governo é contra ela?
Ela é restritiva do ponto de vista de competitividade. Tira a possibilidade de ter terminais de uso privado, ao exigir licitação neles independentemente da titularidade do terreno. Define ainda que você só poderia fazer uma licitação ou autorizar um terminal privado depois de esgotada a capacidade do porto público. E também coloca como obrigatória a renovação das concessões.
Os congressistas classificaram a sra. de muito inflexível nas negociações da MP?
Nós temos um limite que é a essência da medida. É importante negociar, ouvir, tivemos várias contribuições para essa MP. Paramos no momento em que as propostas que chegavam desfiguravam a medida,...

Origem do texto:


ABRIGA DOS PORTOS...
Amigos estamos em plena década de extrema concorrência em que os portos são importantíssimos para escoamento rápido de nossas exportações. Possuimos leis retrógradas do tempo do Getúlio que adora dar poder aos sindicatos capachildos, para ter o povo ao seu lado. E pensar que tudo terminou com uma bala no coração.Acontece que estas leis por interesses e por conveniência, não foram mexidas e quem mandava nos portos brasileiros eram os mal fadados sindicados de portuários. Contratavam quem queriam, tinham currais eleitorais e enfim praticavam inúmeros atos nocivos pleiteando e ganhando benesses dos governos temerosos de seus falsos poderes. Quem descarregava vasos sanitários, recebia um adicional de salário vexame. Pode? Com isto os portos de Hamburgo, Antuérpia e os asiáticos, muito mais baratos na operação desde a atracação e taxas portuárias até o serviço de estima e desestiva, tomaram conta e nós ficamos andando de patinete, enquanto os outros andavam de formula 1. E agora na hora de aprovar uma modernização pela
metade, vê-se esta vergonheira do maluco do Garotinho a querer melar todo um processo que vem desde 1934 e necessitava ser mudado urgentemente. Sou o mais contra o PT que possa existir na fase da terra, mas nesta eles estavam com a razão e acho que ato de reconhecimento e muito maior que a raiva. Ainda temos várias coisas a mudar para nos tornarmos competitivos. Nossos modais de transporte é um deles. Temos que construir ferrovias e melhorar nossas hidrovias, financiando a navegação fluvial e lacustre, só assim desafogaremos nossas estradas, as quais não temos dinheiro para conserva-las e muito menos para novas construções. ACORDA BRASIL.


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