Postagem em destaque

CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rej...

terça-feira, 23 de abril de 2013

INFLAÇÃO O CÂNCER DA NAÇÃO!!!!

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro..


INFLAÇÃO, O CÂNCER DA NAÇÃO!!!!


Crítico do Banco Central do Brasil e do que chama de “interferência” do governo de Dilma Rousseff, o semanário britânico esquece de mencionar que o totem anti-inflacionário que hegemonizou o pensamento econômicos desde o monetarismo de Ronald Reagan e da recentemente falecida Margaret Thatcher, está em crise. Este totem fez toda a política econômica girar em torno de um objetivo único: a inflação. Mas hoje os próprios países centrais estão fracassando na obtenção desse objetivo ou estão o abandonando de forma deliberada. 
O semanário é muito crítico do Banco Central do Brasil e da “interferência” do governo de Dilma Rousseff. “Os preços subiram cerca de 6,6%, muito acima do objetivo oficial de 4,5%. Finalmente as zombarias obrigaram o banco a mudar de política. No dia 17 de abril, o Banco Central subiu a taxa de juro em 0,25%”. Segundo disseram ao semanário “analistas de mercado”, o atual índice de 7,5% seguirá subindo até chegar a 8,5% no final do ano.

“Uma razão pela qual o Banco Central não mudou durante muito tempo as taxas de juros foi porque pensava que a pressão sobre os preços se devia a questões passageiras. Os economistas ortodoxos se sentem hoje reivindicados por suas previsões de que os ajustes automáticos feitos nos salários, alugueis, honorários profissionais e muitas outras coisas (um legado da hiperinflação do passado) iriam ter um impacto generalizado nos preços.

A análise enviesada do semanário esquece de mencionar que o totem anti-inflacionário que hegemonizou o pensamento econômicos desde o monetarismo de Ronald Reagan e da recentemente falecida Margaret Thatcher, está hoje em crise. Este totem fez toda a política econômica girar em torno de um objetivo único: a inflação. Mas hoje os próprios países centrais estão fracassando na obtenção desse objetivo ou estão o abandonando de forma deliberada porque o consideram contraproducente. Vejamos.

No Reino Unido desde dezembro de 2009 não se alcança a meta inflacionária do Banco da Inglaterra de 2% anuais. Segundo indicou dia 16 de abril o Escritório Nacional de Estatísticas, a inflação em março foi de 2,8% e o Banco da Inglaterra reconheceu que terá que esperar até 2016 para poder alcançar novamente o objetivo de 2%. Dado que essa é uma promessa para o futuro que o Banco vem fazendo desde 2009 (promessa que vai esticando anualmente os prazos), suas projeções perderam credibilidade.

Nos Estados Unidos, a Reserva Federal deixou claro que seu objetivo primordial no momento é baixar o desemprego (7,6% em sua última medição nesta sexta-feira) e não a inflação (2,4%). No Japão, a política do novo governo de Shinzo Abe é deliberadamente inflacionária. O Banco Central variou seu objetivo de uma inflação de 1% por outro mais importante: evitar a deflação (queda de preços que engole lucros e leva a desinvestimento e bancarrotas), corda no pescoço que a economia japonesa carrega. Segundo o economista Hamish Mc Era, editor associado do “The Independent”, todos os países centrais abandonaram a política de metas inflacionárias que a “The Economist” segue idolatrando.

“As metas inflacionárias são hoje uma ferramenta que perdeu toda credibilidade. Ninguém quer dizer, mas os fatos mostram que ela foi abandonada no Reino Unido, nos Estados Unidos e Japão. A única exceção é o Banco Central Europeu (BCE)”, escreveu nesta sexta Mc Rae no “The Independent”.

Nada melhor que a exceção para confirmar os efeitos nefastos da regra. A política ultra-ortodoxa do Banco Central Europeu (dominado pela Alemanha que vive sob a sombra traumática da hiperinflação dos anos 20 que abriu a porta ao nazismo) fez com que se mantivessem taxas de juros altas na época prévia ao estouro de 2008 e que, mesmo nos dois anos seguintes, insistisse em fazer da inflação o objeto central de sua política. Se nos anos prévios à queda do Lehman Brothers essa política bloqueou o crescimento de muitos dos 17 países que formam a zona do euro, nos anos seguintes representou o salva-vidas de chumbo que seguiu afundando as economias.

As taxas finalmente baixaram e hoje estão em um mínimo histórico, ainda que acima das registradas nos EUA e no Reino Unido. Não aconteceu nada com a inflação, mas o crescimento europeu, estagnado pela debacle financeira e pelas dívidas fiscais que deixou, não responde. Como disse certa vez o falecido comandante Hugo Chávez, “esse não levanta nem com Viagra”.
Assim, caminha nosso País, com um povo guerreiro, algumas vezes, com problemas adversos, provocados pelas informações equivocadas, de quem tem a obrigação de fazer valer o sistema, o compromisso com a verdade, ao contrário, hoje o sistema pratica falsidade ideológica, contra seu povo, contra a Nação, estamos a merce, não vejo uma saída imediata porque não somos tratados com seriedade pelo Governo, temos que aprender a conviver com este câncer quem sabe ate quando!!!! 

POSTAGENS DE SERGIO VIANNA