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domingo, 4 de dezembro de 2011

MARCOS VALERIO, DIVIDE CELA COM SÓCIOS...

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04/12/2011 12h53 - Atualizado em 04/12/2011 13h22

Marcos Valério convive em cela com mais três custodiados em Salvador

Segundo a delegada, Polinter não tem capacidade para separar detentos.
Publicitário recebeu visita do advogado, que deve pedir Habeas Corpus.



Egi Santana e Brenda Coelho Do G1 BA

Marcos Valério deixa delegacia em Belo Horizonte, de onde segue para o IML. (Foto: Reprodução/TV Globo)
Empresário deixa delegacia em BH, de onde
foi para Salvador. (Foto: Reprodução/TV Globo)
O publicitário Marcos Valério, preso na sexta-feira (2) em Minas Gerais sob suspeita de grilagem de terras na Bahia, está detido com dois dos sócios e mais um homem em uma mesma cela da Polícia Interestadual (Polinter), no centro de Salvador.
Segundo informações da coordenadora geral da unidade, delegada Neide Barreto, a cela onde convivem o publicitário, dois sócios e mais um preso que responde por outro caso, é pequena e todos dormem em colchonetes que foram colocados no chão, já que não existem camas no local.
Apesar do publicitário possuir nível superior, a coordenadora explica que a delegacia não tem capacidade para distribuir seus presos em celas privativas e a carceragem não tem condições de oferecer nada além dos colchonetes e da alimentação, que é a mesma para todos os custodiados. "Nós não tínhamos como reservar uma cela única para os presos porque a carceragem está cheia e não comporta esse tipo de serviço", pontua a delegada.
Segundo Neide Barreto, o publicitário e seus sócios só receberam a visita dos advogados no sábado (3) e as visitas de familiares ou amigos só serão liberadas a partir de segunda-feira (5), como determina a lei. A delegada explica que o horário das visitas é pré-estabelecido pela delegacia e que o tempo de visitação varia entre 20 e 30 minutos. Segundo a delegacia, os advogados dos detidos informaram que entrarão com um pedido de Habeas Corpus a partir das primeiras horas de segunda, solicitando a liberação dos custodiados.
A mulher que pertencia ao grupo que foi preso juntamente com o publicitário está custodiada na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), no bairro do Comércio, porque a Polinter não possui ala feminina.
A prisão
Dez pessoas foram presas na Bahia, na manhã de sexta-feira (2), suspeitas de participação em um esquema de aquisição de "papéis públicos" e "grilagem de terra" na cidade de São Desidério, região oeste do estado. As prisões foram efetuadas na cidade de Barreiras. Segundo o delegado Carlos Ferro, responsável pelas investigações, empresários, funcionários públicos e advogados estão entre os envolvidos no crime.
As prisões da operação nomeada de "Tera do Nunca" começaram na Bahia, com a captura de dez pessoas na manhã da última sexta-feira. A operação atingiu os estados de São Paulo e Minas Gerais, onde foi preso o publicitário Marcos Valério, junto com três sócios. A ação na capital paulista resultou em uma prisão. Os 23 mandados de prisão foram expedidos pelo juiz Gabriel Moraes Gomes, da Comarca de São Desidério.
De acordo com relatório do delegado Carlos Ferro, o esquema está sendo investigado há 17 meses em trâmite da delegacia de São Desidério. Os detidos devem responder por falsificação de documentos, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa e formação de quadrilha.
Denúncia em reportagem
A investigação da Polícia Civil foi iniciada após uma reportagem veiculada no Jornal Nacional no dia 1º de julho de 2005. O repórter José Raimundo visitou junto com um oficial de Justiça duas fazendas registradas em nome da empresa DNA Propaganda, de Marcos Valério, no municipio de São Desidério.
As propriedades estavam penhoradas para pagamento de uma dívida na Previdência Social. Juntas, as fazendas tinham sete mil hectares e, segundo o oficial de Justiça, estavam avaliadas na época [2005] em R$ 2 milhões. Elas foram adquiridas, em janeiro de 2002, por R$ 200 mil.
Segundo as investigações, um dos sócios de Marcos Valério nas fazendas era Daniel da Silva Freitas, que morreu no mesmo ano da compra das propriedades. Daniel Freitas era sobrinho do ex-vice presidente da República José Alencar.

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