Postagem em destaque

CARTA DE DEMISSÃO DA SENHORA PRESIDENTE DA REPÚBLICA (11.05.2016)

Este blog, tem como finalidade, expor as mazelas, as quais convivemos em nosso dia a dia, sempre baseado em informações, divergências ou rej...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SERÃO 150 TESTEMUNHAS NA AÇÃO PENAL, SOBRE A MORTE DA JUÍZA

Este blog, tem como finalidade, êxpor as mazelas, do dia a dia, prejudiciais, de forma que possamos, nos defender ou auxiliar alguem com informações, baseadas em fatos, se observados, sempre consta nos. ocorrências e processos dos fatos narrados, divergencias ou rejeições, fazem parte, nem cristo agradou, que dirá um mero leiloeiro... Sergio Vianna - Leiloeiro Oficial....

Serão 150 testemunhas na ação penal sobre a morte da juíza




As primeiras audiências do caso foram marcadas para os dias 9, 10, 11, 16, 17 e 18 deste mês.


A Justiça do Rio de Janeiro vai ouvir o depoimento de aproximadamente 150 testemunhas no caso que apura o envolvimento de onze policiais militares na morte da juíza Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. As três primeiras audiências serão esta semana. A magistrada foi assassinada em agosto, em Niterói.

As primeiras audiências do caso foram marcadas para os dias 9, 10, 11, 16, 17 e 18 de novembro, quando testemunhas de defesa e acusação e os suspeitos serão ouvidos. As audiências começam a partir das 9 horas no plenário do tribunal.
Na sexta-feira (4), a Justiça negou a transferência do tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira e do tenente Daniel Santos Benitez Lopes para presídios federais de segurança máxima fora do Rio de Janeiro.

Segundo a decisão do juiz Peterson Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói, eles e os outros nove policiais continuarão presos em Bangu 1, na zona oeste da cidade. O pedido tinha sido feito pelo Ministério Público.

Na semana passada, a Justiça negou por unanimidade o pedido de habeas corpus em favor do policial militar Daniel Santos Benitez Lopes. A defesa do tenente alegou que Benitez estaria "suportando constrangimento ilegal decorrente da decisão que ordenou sua transferência do Batalhão Especial Prisional (BEP) para presídio comum de Bangu VIII, sem observar o devido processo legal porque a defesa não teria sido ouvida". Além disso, sustentou ainda que não haveria risco concreto de fuga do PM.

Patrícia foi executada com 21 tiros quando chegava de carro em casa, por volta das 23h30 do dia 11 de agosto, na porta de sua residência. Segundo testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros.

POSTAGENS DE SERGIO VIANNA