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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PAÍS TEME ENTRADA DE DÓLAR, MAS ESTA PRONTO PARA CISE PIOR, DIZ bc

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País teme entrada de dólar, mas está pronto para crise pior, diz BC

Do UOL Economia, em São Paulo
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  • Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, participa de audiência pública no SenadoAlexandre Tombini, presidente do Banco Central, participa de audiência pública no Senado
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que a entrada muito rápida de dólares no Brasil é um "risco", mas o país está preparado para uma crise mundial pior.

Tombini fez a avaliação durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Ele fala aos senadores sobre os fundamentos e a forma de execução da política monetária brasileira.

Segundo ele, a entrada de dólares, que está causando queda no valor da moeda, é uma preocupação do governo. "Um fluxo de entrada muito veloz, quando reverter a situação da economia mundial, pode gerar riscos para a economia brasileira. É bom que não entre [dólar] muito rapidamente. Estamos vendo uma redução dos fluxos, mas isso tem de ser acompanhado."

Saiba quais são os efeitos da entrada de dólares no país

Os dólares entram no país quando uma empresa faz investimentos diretos ou quando investidores especulam. O dinheiro dos investimentos diretos é mais confiável, tende a permanecer. Os recursos dos especuladores saem muito rapidamente, quando há outros mercados mais vantajosos para lucros imediatos.

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Segundo Tombini, no ano passado, a maior parte do fluxo vinha de investidores com caráter mais especulativo, o que estaria mudando neste ano. "Ao longo de 2011, até maio, houve uma inversão: registramos 60% de investimento estrangeiro direto e 40% de demais fluxos", afirmou.

Quando entram muitos dólares, pelo excesso de oferta, a cotação da moeda cai. O dólar comercial fechou ontem em baixa de 0,26%, a R$ 1,554 na venda. É a menor cotação desde 19 de janeiro de 1999. Foi a sexta queda seguida do dólar. No ano, a desvalorização já chega a 6,72%.

O dólar baixo é bom para os consumidores, que compram produtos importados mais baratos, e para quem vai viajar. Mas é ruim para a indústria brasileira, que enfrenta uma concorrência maior dentro do país e nas exportações (o produto brasileiro fica mais caro, pois consumidores precisam gastar mais dólares para comprar nossas mercadorias).

Brasil está preparado para enfrentar piora na crise global, diz BC

Apesar da preocupação com o fluxo exagerado de dinheiro, ele também pode ser positivo. O presidente do BC disse que o país está pronto para eventual piora na situação de mercados estrangeiros, justamente porque tem boas reservas internacionais (dólar em caixa).

"A economia brasileira está preparada para um cenário mais adverso na economia global, com a quantidade de reservas internacionais. Temos liquidez e moedas estrangeiras e reais para eventualidade de aprofundamento da crise internacional, caso venha a ocorrer", afirmou.

Internamente, Tombini avalia que a situação de crédito e endividamento estão melhorando. Segundo ele, hoje há mais "moderação" na concessão de empréstimos, principalmente para veículos.

"A evolução do mercado de crédito se dá hoje em bases mais prudentes do que no ano passado, em consequência das medidas adotadas pelo governo", disse. O governo adotou medidas para reduzir a oferta do crédito, a fim de evitar inadimplência.

Segundo ele, a inadimplência entre 15 e 90 dias está se reduzindo e isso indica uma redução futura da inadimplência mais grave, que é a de 90 dias. "A inadimplência acima de 90 dias deve se estabilizar e começar a cair."

O presidente do BC também afirmou que "a inflação começa a ceder e converge para meta de longo prazo".

Reuniões no Senado com presidente do BC são periódicas

De acordo com resolução do Senado, a CAE deve promover audiências públicas regulares com o presidente do Banco Central "para discutir as diretrizes, implementação e perspectivas futuras da política monetária".

As audiências públicas devem ocorrer preferencialmente na primeira quinzena dos meses de fevereiro, abril, julho e outubro, podendo haver alterações de datas decorrentes de entendimento entre a comissão e a presidência do Banco Central.

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